
Há dores que chegam como tempestades — rasgam o céu, arrancam raízes, silenciam o riso. À primeira vista, parecem o fim de tudo o que éramos. Mas, com o tempo, a gente descobre que algumas dores não vieram para destruir… vieram para abrir espaço.
O que dói, muitas vezes, é o nascimento de uma nova parte em nós. É o coração aprendendo a bater em outro ritmo, é a alma sendo convidada a mudar de pele. A dor é uma professora impaciente — ensina sem pedir licença, mas deixa lições que o amor sozinho talvez não deixasse.
Nem tudo que termina é perda. Às vezes é libertação. Nem todo adeus é ruptura — alguns são portas que se abrem para caminhos que ainda não conhecíamos.
E quando o coração entender que o recomeço também mora nas cicatrizes, você vai olhar para trás e perceber: aquela dor que parecia o fim, na verdade, foi o início de quem você está se tornando. 🌿
Vem para terapia.
Eu posso te ouvir!
Helen Santos





