
Existe um comportamento psicológico chamado de FALSE SELF que pode ser cuidado em uma terapia, primeiramente o pacientedeverá se percebere começar a investigar a origem do seu problema já que ele não surgiu por causa de uma situação específica, é uma defesa construída por não ter sido aceito como se é, isso pode acontecer no convívio familiar, na sociedade ou no trabalho, existe os que enfrentam e se libertam 0u os que preferem continuar com este caráte se sentindo frustrados e insatisfeitoscom a vida que levam, são rasos nos diálogos e se preocupam com o julgamento alheio, agem e falam o que não sentem para que sejam aceitos, são inseguros e tronam-se covardes consigo mesmo tais são os medos de rejeições, omitem e não realizam o que desejam já que suas apreensões sáo as aparências de missões cumpridas socialmente.O "eu falso" pode surgir na infância e tudo pode começar com seus familiares, são broncas, críticas, ofensas e humilhações que o menor indefeso acaba sucumbindo suas vontades e espontaneidades fidedígnas indo gradualmente afastando´se do seu EU e iniciando a criação de um protagonista FAKE, A criança deseja ser inserida na família, quer amor, atenção e abrigo, quando isso não acontece ela dá início aos primeiros ensaios de uma persona teatral, elaborada psiquicamente pelo seu imaginário e suas impressões sobre o habitat em que está inserida e quais são as regras impostas para ela existir, já que só percebe as hostilidades. Não vamos confundir como educar, o que está em pauta são expressões, afetos e sentimentos, ela querser inclusanessa família, já que só existe essa, é aqui que ela se perde de si mesma.Como sua relação familiarcomeçou mal, não será diferente nos seus comvívios sociais, nos trabalhos, nos namoros, nos casamentos e quem sabe até com os filhos, o processo pode afetar gerações, todas as vezes que perceberem seus fantasmas eles se farão presentes, não existem controles, o problema está no GATILHO, não importandoquais sejamos interlocutores, nesses casos o psicólogo ajuda com manejos para melhorar essas condutas, a trajetória será árdua e requer persistència, não podemos esquecer que os hábitos robóticos foram adquiridos imaturamente por questões de SOBREVIVÊNCIA INFANTIL o que não pode continuar existindo estando adultos, na terapia terão chances de amadurecerem suas condutase impressóes COMPROMETIDAS e começarão vislumbrar o mundo com olhares mais realistas, se forem capazes de olharem para a frente
Quem sou eu?

Pauline Carla de Freitas
CRP:

06/202863
Atendimento:
Online
Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).
Valor da Sessão / Tempo de duração



