
Quando falamos em saúde, é comum pensar primeiro no corpo. Fazer exames, praticar atividade física, cuidar da alimentação. Tudo isso é importante. Mas existe uma outra dimensão do cuidado que muitas vezes só recebe atenção quando algo já não vai bem: a saúde mental.
Ela está presente na forma como lidamos com o estresse, nos relacionamentos que construímos, nas escolhas que fazemos e até na maneira como enxergamos a nós mesmos. Quando a saúde mental está fragilizada, não afeta apenas o humor. Afeta o sono, a concentração, a motivação, a capacidade de aproveitar momentos que antes eram significativos.
O desafio é que o sofrimento emocional nem sempre é evidente. Nem toda pessoa ansiosa parece ansiosa. Nem toda pessoa deprimida passa o dia chorando. Muitas continuam trabalhando, estudando, cumprindo suas responsabilidades. Por isso, é comum que os sinais sejam ignorados ou minimizados, tanto pelos outros quanto pela própria pessoa.
Cuidar da saúde mental não significa esperar uma crise para agir. Significa desenvolver espaços de escuta, reconhecer limites, construir formas mais saudáveis de lidar com emoções e buscar ajuda quando necessário. Assim como não esperamos uma doença grave para começar a cuidar do corpo, não precisamos esperar um colapso para olhar para a mente.
Investir em saúde mental não elimina os problemas da vida. Mas pode ajudar a enfrentá-los com mais recursos, mais consciência e menos sofrimento. No fim das contas, cuidar da mente não é um luxo nem um sinal de fraqueza. É uma forma de sustentar a própria vida com mais qualidade, presença e equilíbrio.
Quem sou eu?

Guilherme Santos Novaes
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Sou psicólogo, e minha prática é guiada pela psicologia histórico-cultural, uma abordagem que entende que não existimos isolados de nossa história, das relações que construímos e do contexto em que vivemos. Isso significa que, no nosso trabalho juntos, olhamos não só para o que você sente, mas para as experiências e vivências que moldaram esse sentir.
Atendo adultos em geral, com queixas como ansiedade, depressão, momentos de transição e busca por autoconhecimento, além de ter atenção especial a públicos como universitários e pessoas LGBTQIA+, cujas trajetórias muitas vezes pedem um olhar mais atento às particularidades do que estão vivendo.
Acredito em um espaço terapêutico acolhedor, sem julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para pensar sobre sua própria história e construir, aos poucos, novos sentidos para ela.
Se você sente que é hora de conversar sobre o que está vivendo, será um prazer caminhar junto com você nesse processo.
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