
Junho chegou trazendo duas paixões que movimentam milhões de pessoas: o futebol e os relacionamentos.
De um lado, torcedores acompanhando cada lance, comemorando vitórias e lamentando derrotas. Do outro, casais celebrando o Dia dos Namorados, enquanto muitos solteiros aproveitam a data para refletir sobre suas próprias histórias afetivas.
Curiosamente, relacionamentos e futebol têm mais em comum do que parece.
Nenhum time entra em campo esperando vencer sem treino, estratégia e dedicação. Da mesma forma, nenhum relacionamento se sustenta apenas porque duas pessoas se gostam. O sentimento pode ser o motivo que leva alguém a entrar em campo, mas não é suficiente para garantir um bom campeonato.
Existem partidas difíceis. Existem momentos em que a comunicação falha, em que surgem divergências e em que a vontade de desistir aparece. O que diferencia os relacionamentos que permanecem não é a ausência de problemas, mas a disposição de continuar jogando juntos mesmo quando o placar não está favorável.
Também vale lembrar que nem toda derrota representa fracasso. No futebol e na vida afetiva, algumas perdas ensinam mais do que muitas vitórias. Há relacionamentos que terminam, mas deixam aprendizados importantes sobre quem somos, o que buscamos e o que não estamos mais dispostos a aceitar.
Outro ponto interessante é que nenhum time vence sozinho. O individualismo pode até decidir uma jogada, mas campeonatos são conquistados pelo coletivo. Nos relacionamentos acontece algo semelhante: quando apenas uma pessoa faz esforço, a relação se torna pesada e desequilibrada.
Neste período em que o país volta os olhos para os gramados e para as celebrações do amor, talvez valha a pena lembrar que os vínculos mais importantes da nossa vida não se ganham por sorte, nem por W.O. Eles são construídos diariamente, com presença, diálogo, respeito e compromisso.
Porque, no amor, assim como no futebol, os melhores resultados costumam surgir quando existe parceria dentro de campo.
Quem sou eu?

Guilherme Santos Novaes
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03/36852
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Sou psicólogo, e minha prática é guiada pela psicologia histórico-cultural, uma abordagem que entende que não existimos isolados de nossa história, das relações que construímos e do contexto em que vivemos. Isso significa que, no nosso trabalho juntos, olhamos não só para o que você sente, mas para as experiências e vivências que moldaram esse sentir.
Atendo adultos em geral, com queixas como ansiedade, depressão, momentos de transição e busca por autoconhecimento, além de ter atenção especial a públicos como universitários e pessoas LGBTQIA+, cujas trajetórias muitas vezes pedem um olhar mais atento às particularidades do que estão vivendo.
Acredito em um espaço terapêutico acolhedor, sem julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para pensar sobre sua própria história e construir, aos poucos, novos sentidos para ela.
Se você sente que é hora de conversar sobre o que está vivendo, será um prazer caminhar junto com você nesse processo.
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