
Muitas vezes, os medicamentos entram em nossa vida como um apoio necessário, um recurso que ajuda a aliviar dores, acalmar ansiedades ou organizar aquilo que, por dentro, parece confuso demais. Eles têm o seu papel, e reconhecê-lo é também um gesto de cuidado.
Mas, junto a esse caminho, existe outro igualmente essencial: o de olhar para dentro. Nenhum remédio substitui o encontro com a própria alma — com seus sentimentos, memórias, dores e potências. Cuidar de si é também escutar a própria história, compreender as próprias emoções e se permitir crescer a partir delas.
O equilíbrio pode estar justamente aí: usar o que a medicina oferece quando necessário, mas sem esquecer que o maior remédio também nasce de dentro, do conhecimento profundo de quem somos.
Vem para terapia, eu posso te ouvir! :)





