
A divulgação científica da Psicologia é importante para a sociedade. O próprio Código de Ética da profissão orienta que o conhecimento psicológico seja compartilhado com responsabilidade técnico-científica.
As redes sociais e as plataformas de vídeo têm contribuído muito para essa difusão. No entanto, um aspecto desse movimento pode ser problemático: a patologização — ou seja, a atribuição de psicopatologias a vivências que podem ser parte do repertório humano comum, ou que têm raízes em questões sociais, econômicas e culturais.
Essa tendência pode ser perigosa na medida em que individualiza o que é coletivo, transforma em problema aquilo que pode fazer parte de um desenvolvimento natural, muitas vezes sob a lógica da “positividade tóxica” e, em alguns casos, limita a pessoa a um quadro cristalizado — dificultando a percepção de alternativas e movimentos criativos.
Na Abordagem Centrada na Pessoa, os diagnósticos e as classificações podem ser considerados, mas não compõem toda a visão do psicoterapeuta sobre quem está à sua frente. Parte-se da compreensão de que alguém pode estar num quadro depressivo, mas não é depressivo; pode estar vivenciando um período de maior ansiedade, mas não é ansioso.
Esse “passo atrás” permite construir um espaço livre de expectativas pré-fabricadas — um território de potencialidades, onde outras formas de sentir e se expressar podem emergir com autenticidade.
Assim, o espaço terapêutico se torna o lugar do acolhimento e da aceitação plena da pessoa. E, nos espaços digitais, cabe a nós, profissionais, a responsabilidade de divulgar informações com responsabilidade, considerando o contexto individual, social e cultural de quem está do outro lado da tela.
Porque nem todo sofrimento precisa de nome. Às vezes, ele só precisa ser ouvido.
Se você sente que esse tipo de escuta pode ser benéfica para seu momento, entre em contato. Estou por aqui.
Rodrigo LeitePsicólogo – CRP 06/215645 instagram.com/rodrigoleitepsico
Quem sou eu?

Pauline Carla de Freitas
CRP:

06/202863
Atendimento:
Online
Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).
Valor da Sessão / Tempo de duração


