
Meu cabelo começou a cair e eu não percebi
Não foi de uma vez.
Foi aos poucos, como tudo que o corpo tenta dizer quando a gente não está ouvindo.
Eu estava afogada nas demandas do trabalho. Cheia de compromissos, de responsabilidades, de coisas para dar conta. E o meu corpo foi ficando para depois, sempre para depois.
O diagnóstico que não foi o ponto principal
Quando finalmente fui investigar, descobri que era alopecia.
Mas o que me fisgou não foi o diagnóstico em si. Foi perceber que eu, que trabalho com o inconsciente, que estudo o que não é dito, que ajudo mulheres a se ouvirem, não estava me ouvindo.
Existe algo muito revelador nisso. O conhecimento não nos protege automaticamente de repetir o que sabemos que não faz bem. A teoria pode estar toda internalizada e o corpo ainda assim ficar em segundo plano, porque a vida pressiona, as demandas não param, e é muito fácil adiar o que não grita.
Até que grita.
Um fio de cabelo abriu uma porta
Tratar o cabelo me fez voltar ao médico. Voltar ao médico me fez olhar para o corpo. Olhar para o corpo me fez perceber o quanto eu havia me esquecido de mim.
Um fio de cabelo abriu uma porta que eu havia fechado sem perceber.
Isso é o que o corpo faz quando a gente não está ouvindo: ele encontra uma forma de se fazer notar. Não por drama, não por acaso, mas porque ele está, o tempo todo, tentando manter um equilíbrio que a mente insiste em ignorar.
O corpo sussurra antes de gritar
O corpo não grita de uma vez. Ele sussurra primeiro.
Uma queda de cabelo. Uma dor de estômago que aparece só em momentos específicos. Um cansaço que não passa com descanso. Uma tensão que mora sempre no mesmo lugar.
Esses não são problemas físicos isolados. São mensagens. São a linguagem de um sistema que está tentando comunicar algo que ainda não encontrou outro caminho para ser dito.
A mente consegue racionalizar, adiar, ignorar. O corpo não. Ele continua falando até que alguém finalmente pare para ouvir.
Uma pergunta para levar com você
Se o seu corpo está insistindo em algo que você ainda não parou para escutar, talvez não seja coincidência. Talvez seja a hora de perguntar o que ele está tentando te dizer.
E se você sente que precisa de um espaço para fazer essa escuta com mais profundidade, para entender o que está por baixo do que o corpo expressa, a psicoterapia pode ser esse lugar. Me encontre aqui abaixo.
Thainá
Quem sou eu?

Gabrielly Machado
CRP:

12/31537
Atendimento:
Online
Oii, como você está?
Meu nome é Gabrielly, tenho 26 anos e sou formada em Psicologia pela UFSC. Escolhi essa profissão porque, quando eu tinha 18 anos, passei por um período difícil, e uma psicóloga me acolheu. Desde então, sonho em ajudar outras pessoas da mesma forma.
Trabalho com a Terapia Analítico-Funcional (FAP), tenho experiência com adolescentes (incluindo em escola), com adultos, população LGBTQIA+, pessoas neurodivergentes, etc. Geralmente trabalho com questões relacionais (familiares, conjugais, etc) e ansiedade/depressão.
Eu sei que falar sobre o que machuca não é fácil, mas também sei o quão importante isso é. Por isso, quero que a terapia seja um espaço seguro e acolhedor, onde você possa ser você mesmo, e eu também serei eu mesma. Apenas em nossas autenticidades, podemos construir uma relação verdadeiramente significativa e transformadora. Juntos, podemos analisar os padrões em sua vida e transformá-los.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 60,00
/
50 minutos
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