
- A amiga multitarefas: Ela tenta fazer tudo ao mesmo tempo: mãe, profissional, cuidadora de todo mundo… menos dela. Às vezes, só precisa de um espaço onde possa desabar sem culpa. E é exatamente isso que a terapia oferece.
- A que sorri no automático: Todo mundo acha que ela “tá ótima” — mas por dentro, o cansaço emocional é real. Na terapia, ela encontrou um lugar onde não precisa fingir que está tudo bem.
- A autoexigente: Ela cobra tanto de si mesma que esquece que também é humana. Com o tempo, a gente vai reconstruindo uma forma mais gentil de se olhar.
- A que vive no piloto automático: A rotina consome, o autocuidado some. Ela nem lembra qual foi a última vez que fez algo só por ela. Na terapia, a gente aprende a colocar pequenas pausas cheias de sentido.
- A que sente tudo intensamente (mas nunca aprendeu o que fazer com isso): Ela sente, guarda, engole, explode ou chora sozinha.
Aqui, ela descobriu que sentir é humano — e que pode aprender a lidar com isso com mais leveza.




