
Nem todo fim de ano pede listas, metas ou grandes promessas.
Às vezes, ele pede pausa. Pede silêncio para escutar o que o coração viveu, perdão pelo que doeu mais do que podia, e acolhimento para aquilo que não foi como sonhamos.
A virada do ano não é apenas sobre avançar, mas também sobre deixar ir. Soltar pesos antigos, honrar a própria história e se permitir recomeçar por dentro. Como quem atravessa uma porta levando menos bagagem e mais presença.
Que o novo ano chegue com gentileza, abrindo caminhos possíveis, mesmo que ainda não estejam claros. Que haja amor no tempo de cada um, coragem para os novos passos e disponibilidade para aquilo que a vida quiser ensinar.
Desejo que 2026 seja um ano de encontros consigo mesmo, com o outro e com o que faz sentido para a alma.
Com carinho, Helen Santos.
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