
Comumente, o discurso de autocuidado é atrelado a uma ideia de promoção de bem-estar e desenvolvimento do amor próprio. Aquele momento na rotina em que você se desconecta, faz religiosamente o seu skincare com muitos passos, ou aquela alimentação leve dentro da dieta, e em alguns momentos, procedimentos estéticos para manter a vitalidade. Mas tudo em nome do autocuidado!
É no mínimo curioso pensar que essas ações estão necessariamente associadas a estética e a manutenção de imperativos sociais como magreza, juventude… Você pode até dizer que gosta de fazer tudo isso, e tudo bem! O ponto aqui é: se tirarmos todos os passos de beleza desse check list, o que sobra? As mulheres conseguem se conectar consigo mesmas fora desse imaginário da perfomance estética? E como o autocuidado pode ser exercido para além da beleza?





