
Crescemos tentando encontrar essa resposta em todo lugar: pessoas, cidades, trabalhos, e sonhos. Esperamos por um evento grandioso, aquele pico de felicidade e completude que finalmente dará sentido a tudo.
Mas ele raramente chega. No lugar disso, somos atravessados por uma porção de momentos simples e, às vezes, extraordinários, que passam quase despercebidos. Experimentamos, erramos, recomeçamos. Mudamos de ideia, de sonhos, de planos.
E se o sentido da vida for justamente esse: se questionar sobre seu próprio sentido?.
Essa pergunta talvez nunca nos leve à uma resposta certa, mas nos leva a encontros com pessoas, com caminhos, com ideias que transformam. E assim a vida se constrói: no detalhe, na mudança, na dúvida.
Talvez o mais importante não seja encontrar o sentido.
Talvez seja se permitir viver a pergunta.





