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Freud dizia que repetimos não porque queremos sofrer, mas por que o inconsciente insiste em tentar encotrar um final diferente para a mesma história.
Repetir para se libertar do que dói não significa esquecer, mas lembrar sem dor.
Diante disso devemos analisar nossos padrões repetitivos com mais compaixão e empatia.
Muitas vezes, agimos no automático, e refazemos caminhos que nos trouxeram dor, não por querer sofrer, mas numa tentativa inconsciente de curar feridas antigas para obter um desfecho diferente.
Para quebrarmos esse ciclo precisamos primeiramente compreender e assim construir novas narrativas mais saudáveis para nós mesmos.
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