
“Será que estou sendo egoísta por decidir cuidar mais de mim do que eu fazia antes?".
Cuidar de si, estar atento às próprias emoções e sentimentos e àquilo que lhe é importante como sujeito de sua história, não sinaliza egoísmo, mas sim autocuidado. Nossos afetos se (re)constituem na relação com o outro, desenhando um laço entre as duas partes: seja entre mãe e filhos, esposa e marido, entre amigos, entre familiares, etc. Essa relação demonstra movimentos individuais e coletivos que se nutrem mutuamente. Todavia, a delimitação de fronteiras apresenta-se como funcional a cada um de nós, a fim de preservarmos nossas peculiaridades e para que nossa individualidade e nosso emocional permaneçam saudáveis.
É importante perguntar-se a respeito desse movimento de doar-se. Estar mais à disposição dos outros do que de si mesmo pode revelar alguns meandros cultivados durante a vida e aprendidos no manejo de diversas situações. Responder a sim mesmo em que momentos e em quais relações o doar-se excessivamente acontece, pode lhe oferecer pistas emocionais a serem tratadas.
É fundamental destacar que o (re)significar das suas rotas pode ter o acompanhamento especializado, escuta ativa, atenta e empática em relação ao que te sobrecarrega.
Agende sua sessão para descobrirmos novos caminhos e escolhas para sua singularidade.





