
Tem mulheres que aprenderam a ser fortes antes de aprender a ser elas mesmas.
Que construíram uma versão de si que dá conta, que sustenta, que não desmorona e foram tão bem nisso que esqueceram de perguntar: mas quem eu sou por baixo disso?
A máscara que a gente esquece que está usando
Jung chamava de persona a máscara que usamos para o mundo. A face que apresentamos. O papel que cumprimos. A versão de nós que aprendemos a mostrar para sermos aceitas, amadas, respeitadas, úteis.
Ela é necessária, nos ajuda a funcionar, a nos relacionar, a existir em sociedade. Não é algo a ser eliminado. Não é mentira, não é falsidade. É uma adaptação legítima ao mundo externo.
Mas ela não é você.
E o problema começa quando a persona vira a única coisa que você conhece de si mesma. Quando você se pergunta quem é e a resposta vem em forma de papel: sou mãe, sou profissional, sou filha, sou forte.
Funções. Não essência.
A pergunta que ninguém faz
Porque a pergunta não é o que você faz. É quem você é quando não está fazendo nada disso.
Quando não está sendo forte para ninguém. Quando não está sustentando nada. Quando não tem papel a cumprir, expectativa a atender, pessoa a cuidar. Quando é só você sem plateia, sem função, sem o peso de precisar ser alguma coisa para alguém.
Essa mulher, você conhece?
Muitas não conhecem. E não porque sejam vazias, muito pelo contrário. Mas porque nunca tiveram espaço, ou permissão, para existir fora da força. Porque a força foi o que funcionou. Foi o que trouxe aprovação, segurança, reconhecimento. E então virou identidade, antes mesmo de haver escolha consciente nisso.
O que fica quando a força descansa
Quando a persona é a única coisa conhecida, tirar a máscara dá medo. Porque debaixo dela não há vazio, mas há incerteza. Há uma mulher que talvez não saiba o que gosta, o que quer, o que sente quando não está sentindo pelo outro. Que talvez não saiba descansar sem culpa, existir sem produzir, estar sem servir.
Isso não é fraqueza. É o resultado previsível de uma vida inteira aprendendo que ser forte era mais seguro do que ser ela mesma.
Ser forte é uma habilidade. Ser você mesma é um caminho.
E esse caminho começa quando você para de se perguntar o que precisa ser e começa a se perguntar o que de fato é. O que resta quando o papel é tirado. O que existe em você além da força que o mundo tanto elogiou.
Esse é um dos movimentos mais corajosos que uma mulher pode fazer. E é exatamente o tipo de processo que a psicoterapia analítica acompanha, esse encontro com o que existe por baixo da persona, com quem você é antes de ser forte para alguém.
Se essa pergunta ficou ecoando em você, me encontre aqui abaixo.
Thainá
Quem sou eu?

Jose Rodrigo de Sousa do Carmo
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Olá, eu sou José Rodrigo, psicólogo clínico.
Se você chegou até aqui, talvez esteja vivendo um momento em que as coisas ficaram mais difíceis de administrar sozinho.
A psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento, escuta e construção de novas formas de lidar com pensamentos, emoções e situações que estão causando sofrimento.
Meu trabalho é baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem estruturada que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, ajudando você a desenvolver estratégias mais funcionais para enfrentar suas dificuldades.
Atendo adultos e casais, de forma online, com um atendimento individualizado, ético e acolhedor.
Você não precisa esperar chegar ao limite para procurar ajuda.
Se sente que este é o momento de cuidar melhor de você, estou à disposição para conversarmos e avaliarmos juntos como a psicoterapia pode ajudá-lo.
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