
Na Psicologia Junguiana, cada emoção é compreendida como uma expressão viva da psique, com uma função simbólica e integradora. A raiva, tão julgada socialmente, pode ser vista como uma importante mensageira do inconsciente.
Quando sentimos raiva, algo em nĂłs estĂĄ reagindo Ă invasĂŁo de um limite, Ă perda de autonomia ou ao rompimento de algo essencial para o nosso Self. Ela nĂŁo Ă© um erro â Ă© uma convocação para escutar a alma.
Jung nos convida a não rejeitar a raiva, mas a dialogar com ela. Isso significa olhar para dentro, reconhecer os complexos ativados, perceber o que estå por trås da emoção: qual ferida foi tocada? Que valor foi desrespeitado? Qual sombra estå se manifestando?
A raiva pode carregar energia de transformação.Quando acolhida conscientemente, ela nos conduz a processos de individuação, ajudando-nos a integrar partes que foram negadas ou reprimidas ao longo da vida.
Por isso, na terapia junguiana, a raiva Ă© bem-vinda. Ela Ă© um portal. Um convite para reencontrar a força, restaurar os limites e ouvir o que a alma estĂĄ tentando dizer com tanto Ămpeto.
Se vocĂȘ sente que a raiva tem sido frequente ou difĂcil de lidar, pode ser um chamado do inconsciente para iniciar um novo ciclo de autoconhecimento.
Quem sou eu?

Raissa Gentil Cardoso
CRP:

06/150403
Atendimento:
Online
Sou psicĂłloga e psicanalista, com 10 anos de experiĂȘncia na ĂĄrea clĂnica.
Tenho especialização em cuidado a usuårios de ålcool e outras drogas, em Psicologia Hospitalar e Neuropsicologia em andamento pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Meu trabalho é baseado na escuta sem julgamentos, proporcionando um espaço para o paciente em que a neutralidade é preservada.
A psicoterapia pode ser um espaço para o paciente falar livremente sobre questÔes profundas, é para falar sobre aquilo que não é dito para um amigo num café.
à sobre poder olhar para si e para a própria história, colocar em palavras o que estå sentindo e poder ampliar a possibilidade de direçÔes.
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