
Ela está sempre disponível.
Sempre pronta para ajudar, ouvir, resolver.
A que adivinha o que o outro precisa, que não mede esforços para ver todo mundo bem menos ela.
br>Talvez você se reconheça nessa descrição. E talvez, por muito tempo, tenha se orgulhado disso. Afinal, ser “boazinha” parece ser uma virtude, não é? Mas o que poucos falam é sobre o peso emocional que isso carrega. Porque quando a doação vira padrão, quando dizer “sim” é automático e colocar limites parece egoísmo, existe algo mais profundo acontecendo: uma tentativa inconsciente de ser aceita.
br>Muitas mulheres foram ensinadas a amar os outros antes de amar a si mesmas. A agradar para não serem rejeitadas. A se anularem para manter a paz. Mas essa “paz” que elas preservam fora, geralmente custa uma guerra silenciosa por dentro.
br>Se doar demais, sem reciprocidade, pode ser uma forma sutil de autoabandono. Porque quando você coloca todo mundo como prioridade e se deixa para depois, a mensagem que está mandando para si mesma é: “eu não sou tão importante assim.”
br>E é aí que mora a armadilha.
Porque quanto mais você se esgota pelos outros, menos sobra de você para si.
E, com o tempo, isso vira cansaço, frustração, ressentimento e um vazio que nem você consegue explicar direito.
br>A boa notícia?
Você pode aprender a se cuidar sem culpa.
Pode ser amorosa sem se anular.
Pode se doar, sim mas a partir da abundância, e não da carência.
br>Amor próprio também é dizer “hoje, eu cuido de mim”.
br>Você se identificou com esse texto? Talvez esteja na hora de olhar com mais carinho para você mesma.
a href="http://bit.ly/WhatsMarkPsi">Me chame por aqui/a> se quiser conversar sobre o que está vivendo. 💖✨
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Quem sou eu?

Pauline Carla de Freitas
CRP:

06/202863
Atendimento:
Online
Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).
Valor da Sessão / Tempo de duração



