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A coragem de quem colocou tudo que tinha em uma mala de 23 quilos vai muito além do ato de mudar de país. É a coragem de deixar para trás histórias, cheiros, vozes e afetos, para tentar caber em um lugar novo, com novos costumes e outras formas de viver.
Entre a alegria de descobrir e a dor da saudade, nasce a angústia de viver em dois mundos: querer se divertir aqui, mas sentir falta de rir com os de lá; criar raízes no presente, mas manter o coração conectado ao que ficou. E tudo bem sentir essa mistura. Porque pertencer, no fundo, é aceitar essa dualidade e se reconhecer forte por carregar dentro de si tantos lugares ao mesmo tempo.
Vem para terapia. Eu posso te ouvir!!!
Com carinho, Helen Santos.
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