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A gente vai enchendo a mochila sem perceber.
Coloca dentro dela as culpas que herdou, as que inventou, as que o tempo já tentou levar embora, mas que a gente insiste em segurar.
E chega um momento em que o corpo cansa.
O coração também.
Porque carregar o que já devia ter sido deixado lá atrás dói — e nos impede de seguir leves.
A culpa faz barulho, mas o deixar ir faz silêncio.
E é nesse silêncio que a alma se refaz.
Hoje você pode escolher tirar as pedras da mochila.
Escolher soltar o que já cumpriu, o que já aprendeu, o que já não faz mais sentido segurar.
Não porque esqueçeu, mas porque entendeu que pode seguir sem ferir mais com o que já foi.
Deixar ir também é um jeito de se amar.
Vem, eu posso te ouvir!!
Helen Santos.
:)
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