
Autoestima: como melhorar a sua?
Descubra como melhorar a autoestima com atitudes práticas, autoconhecimento e apoio psicológico para fortalecer a confiança e o bem-estar emocional.
26 ene 2026
Marketing - Terappia
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- • Autoestima é a percepção de valor e respeito por si mesmo, influenciada por crenças internas e experiências ao longo da vida.
• Baixa autoestima apresenta sinais como autocrítica, insegurança, necessidade de aprovação e tendência à comparação e isolamento.
• Fatores que moldam a autoestima incluem críticas, ambientes de invalidação, mudanças de vida e relacionamentos prejudiciais.
• Práticas diárias, terapia e relações saudáveis ajudam a fortalecer a autoestima, promovendo autoconhecimento e maior bem-estar emocional.

Autoestima é uma palavra que muita gente usa, mas pouca gente sente que entende de verdade. Algumas pessoas associam autoestima a “se achar” ou a ter uma confiança inabalável. Outras pensam que é só “pensar positivo”. Na prática, a autoestima costuma ser muito mais cotidiana: é como você se trata quando erra, como você interpreta um olhar atravessado, como você reage a uma crítica e quanto o seu valor pessoal fica refém de desempenho, aprovação ou aparência.
Por isso, a pergunta “autoestima: como melhorar a sua?” aparece tanto. Porque viver com autoestima baixa é cansativo. A mente vira um tribunal: você se acusa, se compara, se diminui. E, com o tempo, você começa a evitar oportunidades, relações e até sonhos, não por falta de capacidade, mas por falta de permissão interna.
O que é autoestima?
Autoestima é a avaliação que você faz de si mesmo, o quanto percebe suas características, qualidades e capacidades como positivas ou valiosas. Ela não é um “número fixo”, mas um conjunto de crenças e sentimentos que se formam ao longo do tempo e podem mudar com experiências, relações e autoconhecimento. Autoestima envolve como você se vê, se trata e se respeita em situações reais.
A definição da APA descreve autoestima como o grau em que características do autoconceito são percebidas como positivas. Dicionário APA de Psicologia
Isso mostra que autoestima não é só “confiança para falar em público”. É um modo de se enxergar.
Uma pessoa pode ser competente no trabalho e, ainda assim, se sentir uma “fraude”. Pode ser querida por amigos e, ainda assim, se achar indigna de afeto. Isso acontece porque a auto estima não depende apenas de fatos externos, mas de filtros internos, muitas vezes aprendidos cedo, sobre merecimento e valor.
Autoestima baixa: quais sinais mais comuns?
Autoestima baixa costuma aparecer como autocrítica constante, dificuldade de reconhecer conquistas e sensação frequente de inadequação. Na prática, a pessoa interpreta erros como prova de incapacidade, evita se expor por medo de julgamento e compara sua vida com a dos outros de forma dolorosa. Também pode haver necessidade intensa de aprovação, medo de decepcionar e dificuldade de impor limites.
Muita gente com autoestima baixa vive em “modo de compensação”: tenta ser impecável, útil o tempo todo, sempre disponível porque, no fundo, acredita que só merece amor se entregar desempenho. Quando algo dá errado, surge vergonha, não apenas tristeza. E vergonha costuma levar ao isolamento.
Uma pesquisa divulgada pela APA sugere uma relação bidirecional: relações positivas tendem a fortalecer a autoestima ao longo do tempo, e a autoestima também influencia a qualidade das relações. Isso importa porque a autoestima não é só “individual”; ela é construída em interação.
Por que minha autoestima é tão baixa?
Autoestima baixa geralmente se forma a partir de experiências repetidas de crítica, comparação, invalidação emocional ou ambientes em que afeto era condicionado a desempenho. Ela também pode se intensificar em fases de estresse, luto, mudanças de vida, rejeições ou relacionamentos que minam a confiança. O ponto central é que a autoestima não nasce “do nada”: ela é aprendida e, portanto, pode ser reaprendida.
A mente aprende padrões: “se eu errar, serei rejeitado”; “se eu não agradar, não valho”. E aí você começa a viver como se estivesse sempre prestes a ser desmascarado. O problema é que esses padrões viram lentes: você passa a notar apenas aquilo que confirma a crença negativa, ignorando evidências do contrário.
A OMS, ao falar de fatores protetores e habilidades socioemocionais, reforça que competências emocionais e relações de apoio ajudam a construir resiliência.
Autoestima, nesse sentido, não é luxo, é parte de um conjunto de recursos emocionais.
O que posso fazer no dia a dia para aumentar a autoestima?
Autoestima aumenta quando você muda pequenas escolhas repetidas: a forma como fala consigo, como define seus próprios limites e como interpreta erros e críticas. Na prática, funciona melhor quando você troca metas impossíveis por passos alcançáveis, reduz comparações nocivas, fortalece relações positivas e cria evidências reais de competência com pequenas ações. O foco é consistência, não “virar outra pessoa”.
O NHS propõe estratégias simples e práticas para elevar autoestima, como reconhecer qualidades, construir relações positivas, ser mais gentil consigo e aprender a ser assertivo. nhs.uk A Mind (Reino Unido) também cita ações como reconhecer positivos, criar rede de apoio e buscar terapia quando necessário. mind.org.uk
Um ponto essencial é diferenciar “autoestima” de “auto exigência”. Às vezes a pessoa acha que precisa se cobrar mais para “melhorar”, quando, na verdade, a cobrança é justamente o que a paralisa. A autoestima cresce quando você aprende a se tratar como trataria alguém que ama: com firmeza, mas sem crueldade.
Como a terapia pode ajudar a melhorar a autoestima?
Autoestima melhora com terapia porque o processo terapêutico ajuda a identificar crenças centrais de desvalor, padrões de autocrítica e comportamentos de evitação que mantêm o problema. Na prática, a terapia trabalha autoconhecimento, autocuidado emocional e construção de limites, além de ajudar a pessoa a criar novas experiências internas: mais compaixão, mais realismo e mais confiança baseada em ações.
Muitas pessoas tentam “consertar” a autoestima só com motivação, mas travam porque não sabem por que se sentem inferiores. A terapia vai na raiz: de onde vem essa voz crítica? O que ela tenta evitar? Quais situações a ativam? E quais atitudes podem enfraquecê-la?
Além disso, a autoestima não cresce apenas “pensando diferente”. Ela cresce quando você se comporta de forma diferente: começa a dizer “não”, passa a se expor gradualmente, aprende a lidar com desconforto sem fugir. Esse tipo de mudança é muito mais fácil quando acompanhado e estruturado no processo terapêutico.
Quando devo buscar ajuda profissional por causa da autoestima?
Autoestima merece ajuda profissional quando a autocrítica domina sua vida, quando você evita oportunidades por medo de julgamento ou quando relacionamentos se tornam dependentes de aprovação.
Também é indicado procurar terapia se você percebe que se sente inferior com frequência, que não consegue receber elogios, ou que está sempre tentando “merecer existir” por desempenho.
Se a autoestima baixa está ligada a sofrimento persistente, isolamento, culpa intensa ou padrões de relacionamento dolorosos, buscar apoio psicológico pode ser o ponto de virada. Como diz o CEO do Terappia, Alex Baptista: “Autoestima não se constrói com vergonha, se constrói com acolhimento, clareza e escolhas repetidas que devolvem dignidade ao cotidiano.”
Conclusão
Autoestima: como aumentar? A resposta mais honesta é: aumentando as evidências internas de valor, por meio de autocuidado emocional, limites, relações mais saudáveis e mudança de padrões de autocrítica. Não é virar confiante do dia para a noite; é aprender a se tratar com respeito, mesmo quando você não está no seu melhor.
Se você sente que precisa de apoio para reconstruir sua autoestima, buscar ajuda psicológica é um passo importante e sem culpa. O Terappia foi feito por profissionais que compreendem essa dor com acolhimento e responsabilidade.
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Referências
- APA Dictionary – Self-esteem: https://dictionary.apa.org/self-esteem Dicionário APA de Psicologia
- APA – Relationships and self-esteem (press release): https://www.apa.org/news/press/releases/2019/09/relationships-self-esteem APA
- NHS – Raising low self-esteem: https://www.nhs.uk/mental-health/self-help/tips-and-support/raise-low-self-esteem/ nhs.uk
- Mind – Tips to improve self-esteem: https://www.mind.org.uk/information-support/types-of-mental-health-problems/self-esteem/tips-to-improve-your-self-esteem/ mind.org.uk
- WHO – Mental health (protective factors/resilience): https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/mental-health-strengthening-our-response Organização Mundial da Saúde
Quem sou eu?

Larissa Sardi Fagiolo Montanher
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Olá! Me chamo Larissa, sou psicóloga clínica, graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) desde 2017. Minha atuação é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, promovendo o autoconhecimento e o desenvolvimento de estratégias para lidar com os desafios da vida.
Realizo atendimentos psicológicos a crianças e adultos, nas modalidades presencial e on-line, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e cuidado, respeitando a individualidade e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que cada pessoa carrega consigo uma história única, com sentimentos, experiências e desafios que merecem ser acolhidos com carinho e respeito. Por isso, meu objetivo é oferecer um espaço seguro, leve e livre de julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para falar sobre o que sente e vivencia.
Na psicoterapia, caminhamos juntos em um processo de autoconhecimento, compreensão das emoções e desenvolvimento de recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia. Cada etapa é conduzida com escuta sensível, empatia e respeito ao tempo e à individualidade de cada pessoa.
Você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser um espaço para se conhecer melhor, fortalecer-se emocionalmente e construir novas possibilidades para sua vida.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 40,00
/
40 minutos
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