
Há momentos em que a gente sente, mas não sabe o quê. É uma mistura que pesa no corpo, aperta o peito, acelera pensamentos. Só que sem nomear, fica difícil entender, e sem entender, fica quase impossível lidar.
Dar nome aos sentimentos não é frescura. É uma forma de organizar o que acontece por dentro. Pense em quando você engole algo pesado demais: se não mastiga, o corpo sofre para digerir. Com as emoções acontece algo parecido. Quando nomeamos, é como se estivéssemos mastigando a experiência para que ela possa ser processada.
Por exemplo, dizer “estou mal” é amplo demais. Mas quando você consegue identificar que o que sente é frustração por não ter sido ouvido, ou tristeza pela distância de alguém, o peso começa a se transformar. A palavra abre espaço para compreender de onde aquilo vem e para onde pode ir.
Muitos crescem sem aprender essa linguagem emocional. Em casa, ouviram que chorar era fraqueza, que sentir raiva era feio, que medo era coisa de covarde. Então, diante da vida adulta, carregam um vocabulário emocional reduzido, como se tivessem poucas ferramentas para lidar com tantas experiências internas.
Na terapia, esse processo de dar nome aos sentimentos é parte do cuidado. Quando o paciente diz “sinto um aperto estranho”, o trabalho é ajudar a encontrar se aquilo é ansiedade, culpa, vergonha, luto ou algo mais. Nomear não resolve tudo, mas abre a porta. É um primeiro passo para que a emoção não fique engasgada.
Talvez seja por isso que, depois de falar em voz alta o que se sente, muita gente descreve uma sensação de alívio. Não porque o problema desapareceu, mas porque, finalmente, o corpo e a mente podem respirar juntos.
Quem sou eu?

Nayara Cristina Flora Goncalves
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Online
Olá, seja bem-vindo(a)! 🌿
Nem sempre é fácil compreender o que estamos sentindo. Às vezes, a ansiedade se torna constante, os relacionamentos parecem difíceis, as responsabilidades se acumulam ou simplesmente sentimos que algo não está bem, mesmo sem conseguir explicar exatamente o motivo.
Sou Nayara Cristina, Psicóloga Clínica, e acredito que a psicoterapia pode ser um espaço para olhar com mais atenção para essas experiências, compreender suas emoções e encontrar novas maneiras de lidar com os desafios da vida.
Meu trabalho é pautado em uma escuta acolhedora, ética e sem julgamentos. Acredito que cada pessoa possui uma história única e que o processo terapêutico precisa respeitar suas vivências, necessidades e seu próprio tempo.
Atendo adultos em psicoterapia online, oferecendo um espaço de acolhimento e escuta para quem enfrenta dificuldades emocionais, desafios nos relacionamentos ou deseja desenvolver o autoconhecimento e cuidar da saúde mental.
Minha prática é orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem que nos ajuda a compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Ao longo das sessões, buscamos reconhecer padrões que podem estar contribuindo para o sofrimento e desenvolver estratégias para lidar com as situações de maneira mais consciente e saudável.
Sou graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás, especialista em Psicologia Clínica e pós-graduanda em Terapia Cognitivo-Comportamental, com 8 anos de experiência profissional.
Acredito que a psicoterapia é um processo construído em conjunto, por meio de uma relação de confiança, respeito e colaboração, onde você pode falar sobre suas dificuldades sem precisar ter todas as respostas.
Você não precisa esperar que tudo fique difícil demais para começar a cuidar de si.
Se sente que este é um momento importante para olhar para sua saúde emocional, será um prazer conhecer sua história e acompanhar você nesse processo. 💚
Valor da Sessão / Tempo de duração



