
HISTERIA, diálogo entre o físico e psíquico
O diagnóstico de histeria, surgiu no final do século XIX com Freud, existe até um caso específico na sua bibliografia que explica os...
6 feb 2025
Alexandre Figueiredo
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O diagnóstico de histeria, surgiu no final do século XIX com Freud, existe até um caso específico na sua bibliografia que explica os sintomas e tratamento. No século XX, Freud materializa a psicanálise, trazendo vários estudos sobre os transtornos que ele já havia estudado, incluindo o transtorno psiquiátrico da histeria que apresenta sintomas corporais inconscientes que estão relacionados com conflitos psíquicos e sofrimento emocional. Vale lembrar que na Grécia e na Idade Média a histeria era observada e já tentavam decifrar os sintomas, o que nos mostram que a histeria atravessou séculos e todos tentavam resolver sem sucesso. De longa data até Freud a visão até então era um problema físico, o corpo se expressava como sendo uma doença sem levar em consideração o lado emocional da paciente, que se apresentava desequilibrado. Seguindo os estudos freudianos e a psicanálise uma porta se abriu para o entendimento do transtorno podendo observar algumas caracteristicas da patologia como explosão emocional, dramatização, sedução, sugestionabilidade e outros.
A histeria é uma neurose que pode se manifestar com crise de pânico, alucinação, paralisia, ansiedade, compulsão, fobias e depressão, afetando o lado físico da paciente que pode ficar sem andar, sentir sintomas no corpo, fazer sudorese, tremores e falta de ar(ansiedade). Os estudos sobre o assunto evoluiu durante o século XX e o que se chamava de histeria, hoje tem outros nomes, é como se houvesse uma divisão, focando sempre os sintomas que se manifestam na paciente e que podem direcionar a um grupo específico com características da doença, nomeados de transtorno dissociativo ou transtorno conversivo.
O trantorno dissociativo o paciente pode apresentar alteração da consciência, memória, identidade, emoções e percepções. Na atualidade a patologia foi descrita com uma nova disposição, chamadas de amnésia dissociativa, que se apresenta com perda de memória, esquecendo fatos, identidade e perssonalidade, podendo ter curta duração ou não e transtorno dissociativo de identidade, que apresenta sintomas como identidade múltipla, fugir para um local que não conhece, dificuldade de integração da personalidade, perda da memória e desconexão consigo mesmo. O assunto sobre histeria é vasto com muitas informações, na antiguidade uma pessoa era isolada do convívio, como sendo louco, perdiam a memória, ficava com várias personalidades e muito mais, com a evolução médica e a psicanãlise, novas portas se abriram sobre a patologia, melhorando muito a qualidade de vida da pessoa com novas medicações, terapias e adequações. Na investigação da histeria é bom perguntar se houve algum trauma na infância, algum desastre, algum acidente, alguma perda, conflitos internos intoleráveis, ou qualquer outro sintoma, provavelmente o problema pode ter sua origem em um desses.
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Pauline Carla de Freitas
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Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
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