
O Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) é frequentemente confundido com uma simples vaidade excessiva, mas, clinicamente, trata-se de um padrão profundo e persistente de grandiosidade e falta de empatia.
Para que um profissional realize esse diagnóstico, baseamo-nos nos critérios do DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). Confira os principais pontos:
O que define o Narcisismo segundo o DSM-5?
De acordo com o manual, o transtorno se manifesta por um padrão generalizado de necessidade de admiração e comportamentos grandiosos, que começam no início da idade adulta. Para o diagnóstico, o indivíduo deve apresentar pelo menos cinco dos seguintes critérios:
- Sentimento de Grandiosidade: Uma sensação exagerada de autoimportância (ex: espera ser reconhecido como superior sem conquistas correspondentes).
- Fantasias de Sucesso Ilimitado: Preocupação com fantasias de poder, inteligência, beleza ou amor ideal.
- Crença de Especialidade: Acredita ser "especial" e que só pode ser compreendido por outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada.
- Exigência de Admiração: Necessidade excessiva de ser admirado.
- Sentimento de Direito: Expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas.
- Exploração Interpessoal: Tira vantagem de outros para atingir seus próprios fins.
- Falta de Empatia: Reluta em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias.
- Inveja: Frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita que os outros o invejam.
- Arrogância: Demonstra comportamentos ou atitudes insolentes e orgulhosas.
O Papel da Terapia:
Diferente do que muitos pensam, por trás dessa "máscara" de superioridade, geralmente existe uma autoestima muito vulnerável a críticas. Na clínica, trabalhamos para desenvolver a empatia, entender as origens dessas defesas e construir relações mais saudáveis e realistas.
Referência Bibliográfica (ABNT):
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION - APA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
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Quem sou eu?

Pauline Carla de Freitas
CRP:

06/202863
Atendimento:
Online
Meu compromisso é proporcionar um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, para que cada pessoa possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências, compreender suas emoções e construir caminhos mais alinhados aos seus valores e objetivos de vida.
Meu trabalho é fundamentado na Análise do Comportamento e na Terapia Analítica Funcional (FAP), abordagens baseadas em evidências científicas que auxiliam no tratamento de diversas demandas emocionais e psicológicas, como ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificuldades nos relacionamentos, entre outras.
Tenho especial interesse e experiência no atendimento de mulheres e de pessoas que desejam compreender e transformar seus padrões relacionais, fortalecendo vínculos mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Também atuo de forma sensível e comprometida com questões relacionadas aos impactos psicossociais do racismo e da LGBTQIAPN+fobia, reconhecendo como essas experiências podem afetar a saúde mental e a qualidade de vida. Acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, fortalecimento e construção de novas possibilidades, respeitando a história, a identidade e a singularidade de cada pessoa.
Ofereço atendimento psicológico online para adultos do Brasil e exterior, além de consultas presenciais em São Bernardo do Campo (SP).
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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