
O impacto da procrastinação na saúde mental: por que adiar pode aumentar o sofrimento emocional?
Procrastinar nem sempre é falta de disciplina. Muitas vezes, esse comportamento está relacionado ao estresse, à ansiedade, ao medo de errar e à sobrecarga emocional.
5 ago 2026
Débora Tatiany de Oliveira
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Você costuma deixar tarefas importantes para depois, mesmo sabendo que isso pode gerar ainda mais preocupação? Se isso acontece com frequência, vale a pena olhar para além da organização da rotina.
A procrastinação, muitas vezes, é uma forma de evitar emoções desconfortáveis, como medo, insegurança, ansiedade ou sensação de incapacidade. Embora o adiamento traga um alívio momentâneo, ele costuma aumentar a culpa, o estresse e a autocobrança, criando um ciclo difícil de interromper.
Com o tempo, esse padrão pode prejudicar a autoestima, afetar a produtividade, comprometer o sono, aumentar a sensação de sobrecarga e impactar negativamente os relacionamentos e a qualidade de vida.
Na psicoterapia, é possível compreender os fatores emocionais que mantêm a procrastinação, identificar padrões de pensamento, fortalecer a autoconfiança e desenvolver estratégias práticas para lidar com as tarefas de forma mais leve e saudável.
Lembre-se: você não precisa esperar estar motivado para dar o primeiro passo. Pequenas ações consistentes são capazes de gerar grandes mudanças ao longo do tempo. Cuidar da sua saúde mental também significa acolher seus limites e construir uma relação mais gentil consigo mesmo.
Débora Tatiany de Oliveira
Psicóloga | CRP 06/124919
Quem sou eu?

Taciana Dantas Nunes Gomes
CRP:

13/11698
Atendimento:
Online
Sou psicóloga, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e atualmente pós-graduanda em Reabilitação Cognitiva. Minha prática clínica é fundamentada na Análise do Comportamento e também utiliza princípios da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), sempre considerando as necessidades e particularidades de cada pessoa.
Atualmente, meus atendimentos psicológicos são realizados de forma online, com foco especialmente em mulheres adultas que estão em processo de investigação diagnóstica para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou que já possuem o diagnóstico.
O acompanhamento busca proporcionar um espaço de escuta, compreensão e desenvolvimento de estratégias que façam sentido para a realidade de cada mulher. Podem ser trabalhadas questões relacionadas à compreensão do próprio funcionamento, regulação emocional, flexibilidade, habilidades sociais, relacionamentos, organização da rotina, autonomia e manejo das demandas do cotidiano.
Para mulheres que estão buscando compreender possíveis características relacionadas ao autismo, o acompanhamento também pode auxiliar na organização dessas experiências e na identificação da necessidade de uma avaliação diagnóstica especializada, quando indicada.
Além da psicoterapia, possuo ampla experiência no atendimento ao público infantil, especialmente no acompanhamento de crianças com demandas relacionadas ao desenvolvimento e ao neurodesenvolvimento. A partir dessa experiência, também ofereço orientação parental, auxiliando mães, pais e responsáveis na compreensão dos comportamentos da criança e na construção de estratégias mais funcionais para as dificuldades vivenciadas no cotidiano familiar.
Também estou disponível para supervisão e discussão de casos clínicos, contribuindo com profissionais que buscam apoio na análise de casos, definição de objetivos terapêuticos, planejamento de intervenções e acompanhamento da evolução clínica.
Meu trabalho busca unir ciência, ética, individualização e acolhimento, oferecendo intervenções baseadas em evidências e respeitando a história, as necessidades e os objetivos de cada pessoa e família acompanhada.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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