
Para Winnicott, todos os bebês possuem uma tendência para o amadurecimento, contudo o autor propõe que aconteçam ambientes facilitadores, esse ambiente que vai propiciar que a criança possa iniciar seu processo de aprendizagem e desenvolvimento. Se o ambiente falhar em propiciar essa condição, existem possibilidades da criança não conseguir suportar o peso do auto desenvolvimento, por consequência adoecendo psicologicamente durante o processo.
Contudo, não só a criança adoece durante esse processo, a mãe excessivamente boa não não suportará essa posição, fatigando-se excessivamente durante a criação e caso suporte essa posição, existe a possibilidade de desencadear sintomas outros.
Claro que,o pai também deve fazer parte da criação dessa criança, ofertando o máximo de apoio possivel, não se trata de colocar o cuidado, ensinamentos morais e educacionais do bebê ou da criança, única e exclusivamente da responsabilidade para a mulher.
Mas é extremamente importante que, tanto o pai quanto a mãe (que é o objeto de amor primário da criança) aceitar sua impotência para com o filho(a), para que estes sejam eles mesmos e com suas devidas imperfeições, que fazem parte de quem são. É aceitando essas imperfeições, propiciando esse ambiente facilitador, não excessivo, que se pode criar uma abertura para algo que vem desse sujeito, com tantas possibilidades de ser e estar no mundo.
As vezes é necessário deixar errar, para aprender.
Referências:
Meireles Costa Guimarães, D., (2013). A IGREJA COMO MÃE SUFICIENTEMENTE BOA À LUZ DOS CONCEITOS DE WINNICOTT. Interações, 8(13),187-203.[fecha de Consulta 31 de Mayo de 2026]. ISSN: 1809-8479. Recuperado de: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313028475011
LOBO, Silvia. As condições de surgimento da Mãe Suficientemente Boa. Rev. bras. psicanál, São Paulo , v. 42, n. 4, p. 67-74, dez. 2008 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0486-641X2008000400009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 31 maio 2026.
Quem sou eu?

Lucca Zalcbergas Ramos da Silva
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Olá! Sou Lucca, psicólogo, e acredito que a terapia pode ser um espaço de acolhimento, reflexão e construção de novas possibilidades.
Minha trajetória na Psicologia passou por diferentes contextos de atuação, incluindo experiência clínica com acolhimento, triagem, escuta psicológica e acompanhamento de pacientes, além do trabalho com desenvolvimento humano, comunicação, relações interpessoais e comportamento. Essas experiências contribuíram para uma visão ampla sobre as diferentes formas como lidamos com nossas emoções, relações, escolhas, cobranças e desafios ao longo da vida.
No processo terapêutico, busco oferecer um espaço seguro, respeitoso e livre de julgamentos, no qual você possa falar sobre aquilo que tem vivido no seu próprio ritmo. Meu objetivo é ajudá-lo a compreender melhor seus sentimentos, pensamentos e padrões de comportamento, identificando caminhos que façam sentido para a sua realidade.
A terapia pode ser um importante recurso para quem está enfrentando momentos de ansiedade, insegurança, conflitos nos relacionamentos, dificuldades profissionais, mudanças de vida, sobrecarga emocional, questões de autoestima ou simplesmente deseja se conhecer melhor.
Não acredito em respostas prontas ou fórmulas universais. Cada pessoa possui uma história, experiências e necessidades diferentes. Por isso, construímos juntos um processo terapêutico individualizado, buscando desenvolver maior consciência sobre si mesmo, fortalecer recursos emocionais e encontrar novas formas de lidar com os desafios do cotidiano.
Se você sente que chegou o momento de olhar com mais atenção para aquilo que está vivendo, será um prazer acompanhar você nesse processo.
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