
Várias pessoas já me perguntaram sobre o assunto, então decidi fazer uma breve explicação: Na fenomenologia, Husserl diz, por exemplo, que a consciência é entendida como sempre intencional: ela é sempre consciência de alguma coisa. Em outras palavras, sempre que estamos conscientes, nossa atenção está voltada para um objeto, uma pessoa, uma lembrança, um pensamento ou uma sensação.
Já para a psicanálise de Freud, a mente não se resume àquilo que percebemos conscientemente. Existe também o inconsciente, uma dimensão ativa da vida psíquica onde permanecem desejos, lembranças, conflitos e emoções que não estão acessíveis à consciência, mas continuam influenciando nossos comportamentos, sonhos e escolhas. Já para Jung, há algo além do inconsciente pessoal, formado por experiências individuais esquecidas ou reprimidas, ele propõe a existência do inconsciente coletivo: uma camada mais profunda da psique, compartilhada por toda a humanidade, composta por padrões universais chamados arquétipos.
Para ele, consciente - tudo o que não é inconsciente - e inconsciente não estão em oposição; eles se relacionam continuamente e buscam um equilíbrio ao longo do desenvolvimento psicológico. E por que entender isso é importante? Gosto de dizer que para além da psicologia, compreender que sempre há um aspecto em nós, nos outros e no mundo que é desconhecido serve para nós lembrarmos que não somos seres perfeitos ou limitados, temos muito o que aprender com nós mesmos e com o mundo, todos os dias!
Quem sou eu?

Beatriz de Souza
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Às vezes o que sentimos toma conta da nossa vida sem nem percebermos, mas não precisa ser assim.
Prazer, sou Beatriz, psicóloga especialista em Clínica Fenomenológico-Existencial pelo IFEN-RJ. Acompanho adultos, jovens adultos e adolescentes que vivenciam exaustão mental, crises de ansiedade, burnout , esgotamento acadêmico, oscilações importantes de humor como bipolaridade, dificuldades em relacionamentos, autoestima abalada, busca de reconstrução de sentido e formas de lidar com a sensação de insegurança, solidão, ansiedade e tristeza profunda.
Na terapia, busco compreender não apenas o que está acontecendo com você, mas como você está vivendo essa experiência. O processo é um espaço para olhar para sua história, seus sentimentos, escolhas, relações e limites, construindo novas possibilidades de lidar com aquilo que hoje parece difícil de sustentar.
Se você sente que é o momento de desacelerar o ruído externo e olhar com carinho para o seu mundo interior, entre em contato, estarei aqui para caminhar ao seu lado.
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