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Escutar vai além de ouvir palavras. Exige captar o que escapa, o que retorna, o que insiste silenciosamente. O espaço clínico é um convite ao dizer, mas também à pausa, ao vazio necessário para que algo novo possa surgir.
Sustentar esse vazio, sem pressa de interpretar, sem preencher com sentidos prévios, é um desafio constante. O tempo da análise não é o da resposta imediata, mas o da construção subjetiva. É no silêncio, na transferência e nos cortes da sessão que se desenha o percurso singular de
cada sujeito.
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