
Vivemos em uma sociedade que foge da finitude. Falar sobre a morte, sobre o fim e sobre as perdas ainda é um grande tabu. Mas a verdade é uma só: onde existe amor, existe luto. O luto é o preço que pagamos por termos coragem de criar vínculos. Quanto maior o vínculo, maior o sentido da perda.
No entanto, o sofrimento se torna intolerável quando ninguém cuida. É aí que nasce o luto não reconhecido.
O luto não reconhecido acontece quando você é privado do direito de chorar a sua perda. É quando a sociedade, os amigos ou a família agem como se a sua dor não fosse legítima ou importante o suficiente. Quando não compreendemos a dor do outro, a nossa primeira reação costuma ser o julgamento. E o lugar do julgamento é profundamente solitário e doloroso para quem está enlutado.
A verdade é que todos nós carregamos um luto não reconhecido, seja de forma consciente ou não. Não existe ordem de grandeza para a dor. Mas, em algum momento da vida, recebemos a mensagem silenciosa de que a nossa perda não merecia ser vivida.
Quantos lutos nós deixamos de nomear no dia a dia?
- A velhice dos pais, que exige uma despedida lenta de quem eles foram.
- Um aborto, onde a dor é vivida no silêncio do quarto.
- As transições do ciclo vital: deixar a infância, a adolescência ou mudar de emprego.
- Um amigo querido que vai morar fora.
- O diagnóstico de uma doença (o luto antecipatório).
Até mesmo um luto que começou reconhecido pela sociedade, com o passar do tempo, pode ser silenciado. As pessoas esperam que você "supere", porque o luto não acaba, ele não tem um fim definitivo. Ele se transforma, mas a saudade permanece.
Com quem você pode contar para viver a sua perda? Se você sente que a sua dor foi invisibilizada, saiba que ela é real. Você não precisa passar por isso sem suporte.
A psicoterapia é um espaço seguro e livre de julgamentos, ideal para nomear e acolher as perdas que o mundo não quer ver. Se o peso está grande demais, buscar terapia é dar um contorno de cuidado ao seu sofrimento.
Quem sou eu?

Gabrielly Machado
CRP:

12/31537
Atendimento:
Online
Oii, como você está?
Meu nome é Gabrielly, tenho 26 anos e sou formada em Psicologia pela UFSC. Escolhi essa profissão porque, quando eu tinha 18 anos, passei por um período difícil, e uma psicóloga me acolheu. Desde então, sonho em ajudar outras pessoas da mesma forma.
Trabalho com a Terapia Analítico-Funcional (FAP), tenho experiência com adolescentes (incluindo em escola), com adultos, população LGBTQIA+, pessoas neurodivergentes, etc. Geralmente trabalho com questões relacionais (familiares, conjugais, etc) e ansiedade/depressão.
Eu sei que falar sobre o que machuca não é fácil, mas também sei o quão importante isso é. Por isso, quero que a terapia seja um espaço seguro e acolhedor, onde você possa ser você mesmo, e eu também serei eu mesma. Apenas em nossas autenticidades, podemos construir uma relação verdadeiramente significativa e transformadora. Juntos, podemos analisar os padrões em sua vida e transformá-los.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 60,00
/
50 minutos
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