
Você olha para alguém e pensa:
“Ela está mais feliz do que eu.”
“Ele já conseguiu aquilo que eu queria.”
“Todo mundo parece estar avançando, menos eu.”
A comparação pode acontecer quase automaticamente. Principalmente quando temos contato constante com recortes da vida de outras pessoas.
O problema é que acabamos comparando o nosso cotidiano inteiro com aquilo que conseguimos enxergar da vida do outro.
Você conhece suas dúvidas, seus erros, seus medos, suas dificuldades e tudo aquilo que ainda não conseguiu realizar.
Do outro, muitas vezes, enxerga apenas o resultado.
Com o tempo, essa comparação pode afetar a autoestima e criar a sensação de que você está sempre atrasado(a).
Mas a vida não é uma corrida com uma única linha de chegada.
Talvez seja importante voltar o olhar para a sua própria trajetória: o que você já enfrentou, o que aprendeu e quais são os seus próprios critérios de realização.
A psicoterapia pode ajudar a compreender padrões de comparação, fortalecer a autoestima e construir uma relação mais saudável consigo mesmo(a).
Você não precisa ter a vida de outra pessoa para reconhecer o valor da sua.
Débora Tatiany de Oliveira
Psicóloga | CRP 06/124919
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