
Pare um instante e reflita: se você falasse com seus amigos do mesmo jeito que fala consigo mesmo quando comete um erro, quantos amigos ainda lhe restariam?
A verdade é dura, mas a maioria de nós é um "chefe abusivo" de si mesmo. Nos cobramos, nos rotulamos e não nos perdoamos. E o problema é que essa dureza interna transborda. Se você é implacável com suas próprias falhas, inevitavelmente será impaciente com as falhas de quem você ama.
A psicologia nos revela algo fascinante: a nossa capacidade de ser gentis com os outros tem um limite determinado pela nossa própria autocompaixão.
Quando não nos damos permissão para sermos humanos, com dias ruins, erros e cansaço, acabamos projetando essa exigência de perfeição nos outros. O resultado são relacionamentos tensos, onde qualquer crítica vira um ataque e qualquer erro do parceiro vira motivo de profunda decepção.
Ou seja, nossa falta de compaixão por nós mesmos acaba se refletindo na forma como tratamos aqueles que nos rodeiam. Só conseguimos dar aos outros aquilo que já temos dentro de nós.
Ser gentil não é ser "mole". Muita gente confunde autocompaixão com vitimismo ou preguiça. Mas é o oposto. Ter compaixão por si mesmo é ter a coragem de dizer: "Eu errei, isso dói, mas eu continuo sendo digno de amor".
Quando você se acolhe, você para de buscar a validação do outro. Você não precisa mais que seu parceiro ou sua família sejam perfeitos para que você se sinta seguro. Você se torna um porto seguro para si mesmo e, estranhamente, isso o torna um parceiro muito melhor.
O primeiro passo (hoje) Na próxima vez que você se pegar em um diálogo interno cruel, faça uma pausa. Respire. Imagine que é alguém que você ama muito naquela situação. O que você diria?
Quem sou eu?

Vivianny Costa Pires
CRP:

03/21470
Atendimento:
Online
Sou psicóloga clínica, com atuação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e especialização em Avaliação Psicológica. Atendo jovens adultos e idosos, oferecendo um espaço de acolhimento e escuta para diferentes demandas emocionais, como ansiedade, depressão, burnout e luto.
A psicoterapia pode ser um espaço de construção conjunta, em que cada pessoa possa compreender melhor sua história, seus pensamentos, emoções e comportamentos, desenvolvendo novas formas de lidar com as dificuldades e com os desafios da vida.
Meu trabalho é individualizado e busca respeitar o momento, as necessidades e o ritmo de cada paciente. Além das demandas relacionadas à ansiedade, depressão, burnout e luto, também acolho pessoas que estejam passando por crises, mudanças importantes, perdas, dificuldades nos relacionamentos, questões de autoestima ou períodos de sofrimento emocional intenso.
Por meio da Terapia Cognitivo-Comportamental, construímos estratégias que possam contribuir para o desenvolvimento de recursos emocionais, maior compreensão de si e uma relação mais saudável consigo e com as situações que fazem parte da sua vida.
Meu objetivo é oferecer um espaço seguro, ético e sem julgamentos, no qual você possa se sentir acolhido e acompanhado durante seu processo.
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