
Geralmente, temos muitas queixas a fazer com relação às pessoas e aos lugares em que estamos inseridos. Quando procuramos um processo psicoterapêutico, chegamos com o roteiro pronto, acreditando que todo o mal que nos ocorre é porque alguém ou algum lugar age ou agiu diferente do que gostaríamos ou do que foi combinado.
Pode até ser, mas uma das coisas que descobrimos é que não temos controle sobre o outro, sobre os lugares, e que, independentemente de mim, as pessoas agem como querem, e isso não quer dizer que estão agindo contra nós deliberadamente.
O ponto é que precisamos mudar a pergunta e, muitas vezes, deixar de nos questionar "por que o outro...?"e passar a perguntar "mas, por que eu?". Não se trata de colocar a culpa em si, e sim de começar a refletir:por que eu me coloco nesse tipo de relação, nesse tipo de lugar? Por que eu insisto nisso? O que em mim se repete e precisa ser escutado?
O outro é o outro. O que está ao nosso alcance é reconhecer e lidar com o que é despertado dentro de nós.
A depender do que aconteceu em nossas vidas, pode ser doloroso e demorado compreender algumas coisas. Mas com tempo de escuta, possibilidade para sentir, novas elaborações, é possível suportar o que um dia já foi insuportável.
Busque ajuda. Permita-se ser acompanhada(o) nesse processo.
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🌻 Com escuta e presença,
Mariana de Sousa Aguilar
Psicóloga (CRP 06/181662)
Atendimento online 💻 e presencial em Guarulhos 🏙️
Instagram: @marianaaguilarpsi





