
Às vezes, a gente se perde tentando segurar alguém que já não nos segura mais.
Acredita que o amor é insistência, sacrifício, abandono de si.
Mas amor, de verdade, não pede que a gente se apague para que o outro brilhe.
A dependência emocional nasce do medo, medo de ficar só, de não ser suficiente, de não merecer mais.
Então, nos agarramos ao que já machuca, com esperança de que um dia cure.
Mas viver de migalhas é esquecer que você merece o banquete.
É se calar para não causar conflitos, é ceder sempre para manter alguém por perto, mesmo quando esse alguém já partiu em silêncio.
Reconhecer a dependência emocional não é fraqueza, é coragem.
É o primeiro passo para se reencontrar, para lembrar que você também é casa, também é porto, também é amor.
Você não precisa merecer o afeto de ninguém, você já é digno dele só por existir.
Cuidar de si não é egoísmo, é sobrevivência.
E se for pra escolher, que seja você.
Sempre.
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Quem sou eu?

Julia Braz Goudinho
CRP:

05/54443
Atendimento:
Online
Pós- graduada em Psicologia Clínica Fenomenológica Existencial.
Atendimento Clínico para adolescentes, adultos e idosos com foco em raça, gênero, maternidade, ansiedade, luto, depressão, sexualidade, relacionamentos e os diversos e subjetivos transtornos.
Conhecendo um pouco sobre Fenomenologia Existencial:
é uma abordagem terapêutica com bases filosóficas que considera cada ser singular, pois cada um vive e sente as experiências de maneira única; e livre, já que todo momento fazemos escolhas.
Somos responsáveis pelas consequências de tais escolhas, e por estarmos sempre escolhendo nossa existência está em constante processo de transformação.
A fenomenologia como método procura se afastar de interpretações a partir do momento que busca compreender a forma como cada indivíduo percebe a realidade evitando enquadrar as pessoas em classificações prontas justamente por acreditar que cada existência é única.
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