
Trabalhar até se esgotar... não é força.
É autodestruição.
E não... não é bonito... nem admirável.
A gente romantizou o esgotamento.
Mulheres viraram especialistas em se sacrificar — para a família... para o trabalho... para todo mundo — e chamar isso de “ser forte”.
Mas, no fundo... esse cansaço crônico e essa sensação de nunca ser suficiente...
estão acabando com a saúde emocional de muita gente.
E antes que alguém diga: “Mas é a vida...” — não.
A vida não é sinônimo de se anular.
Descanso não é preguiça.
Pedir ajuda não é fraqueza.
O que é realmente fraco... é acreditar que o seu valor... só existe quando você está se destruindo... para provar algo para os outros.
Você não precisa viver cansada... para merecer amor... respeito... ou reconhecimento.
Segue o perfil se você também acredita... que autocuidado é prioridade — e não luxo.
Quem sou eu?

Raissa Gentil Cardoso
CRP:

06/150403
Atendimento:
Online
Sou psicóloga e psicanalista, com 10 anos de experiência na área clínica.
Tenho especialização em cuidado a usuários de álcool e outras drogas, em Psicologia Hospitalar e Neuropsicologia em andamento pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Meu trabalho é baseado na escuta sem julgamentos, proporcionando um espaço para o paciente em que a neutralidade é preservada.
A psicoterapia pode ser um espaço para o paciente falar livremente sobre questões profundas, é para falar sobre aquilo que não é dito para um amigo num café.
É sobre poder olhar para si e para a própria história, colocar em palavras o que está sentindo e poder ampliar a possibilidade de direções.
Vamos começar?
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