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Vícios, compulsões e as sombras que escondemos

O que começa leve pode, aos poucos, nos afastar de quem realmente somos.

6 feb 2026

Jaqueline da Silva Santiago

00:00 / 01:04
Saúde mental

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Os vícios raramente começa de forma assustadora. Na maioria das vezes, começa pela curiosidade, pela promessa de alívio rápido, pela distração ou pelo prazer imediato. Começam pequenos, um doce para aliviar o dia, um jogo para "desligar a mente", horas nas redes sociais, consumo de contéudo adulto para anestesiar a solidão, álcool para relaxar, um cigarro para acalmar a ansiedade. No início, parece até inofensivo, às vezes até necessário.

 

Mas o tempo passa, e aquilo que era leve começa a pesar...

 

Vídeos de conteúdo adulto, comida, açúcar, jogos, redes sociais, cigarro, álcool e substâncias atuam diretamente no sistema de recompensa do cérebro, estimulando a dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer. O problema é que esse prazer sobe rápido… e cai rápido também. Quanto mais se repete, menos satisfação gera. O corpo pede mais, a mente se acostuma, e o vazio aumenta. O que signidica que um ciclo se inicia: busca, alívio momentâneo, culpa, queda emocional e novamente a busca.

 

E o estrago não é apenas físico...

Ele é emocional, silencioso e profundo.

 

Com o tempo surgem a vergonha, a perda de controle, a irritabilidade e a desconexão de si mesmo. A autoestima se fragiliza, a identidade se confunde e a pessoa passa a viver no automático, apagando incômodos em vez de escutá-los. Muitos começam a fazer coisas que não fariam sóbrios, ferindo seus próprios valores e relações.

No fundo, muitos vícios são tentativas de fuga.

 

Mas a pergunta é:

fuga de quê?

O que você está tentando anestesiar?

 

Na psicanálise, falamos das sombras que nada mais é partes de nós que não foram acolhidas, compreendidas ou elaboradas. Desejos reprimidos, dores antigas, carências e emoções que não encontraram espaço acabam aparecendo nos excessos. Quando não olhamos para essas sombras, elas assumem o controle.

 

E então quando surge a sensação:

“Eu nunca imaginei que me tornaria essa pessoa.”

 

O impacto do vício não fica restrito a quem o vive. A família sofre, perde a esperança, vive entre o medo e a frustração. As relações se desgastam, os amigos se afastam... O sofrimento se espalha e no fim quando a pessoa percebe, se encontra sozinha, cercada de perdas, culpa e um vazio ainda maior.

 

É importante diferenciar hábito de vício.

Um hábito pode ser ajustado. Um vício domina, tira a liberdade de escolha e gera sofrimento. Quando algo deixa de ser escolha e passa a ser necessidade, quando há tentativas de parar sem sucesso, é um sinal de alerta.

Vencer um vício não é apenas parar um comportamento.

É criar novos caminhos.

 

E você pode se perguntar, Jaque como faço isso ?

 

Criando novos hábitos, buscar prazer de forma saudável, ajudando o cérebro a regular a dopamina de maneira mais equilibrada. Atividade física, boa alimentação, leitura, amizades reais, descanso e ajuda com um psiquiatra, quando necessário, e estar em acompanhamento psicológico são passos fundamentais para se reencontrar, compreender suas fugas, seus limites e curar feridas antigas.

 

Se você sente que é hora de mudar, saiba: você não precisa enfrentar isso sozinho.

Estou aqui para te acolher, ouvir sua história e, juntos, construir novas possibilidades.

 

Cuidar de si é um processo.

E todo processo começa quando você decide parar de fugir… e começa a se encontrar.

 

Jaqueline Santiago.

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