Não desista de buscar o melhor para você!

Vamos refletir sobre esse post?

"Se você não se sente bem com você, com sua autoestima, com sua aparência, se algo em você te incomoda seja emocionalmente ou aparência e você tem a opção de procurar ajuda, você não precisa aceitar, o que você precisa é buscar soluções assertivas, saudáveis, que irá lhe proporcionar autoconhecimento, autoestima e amor proprio"...

Reforçar crenças disfuncionais de uma pessoa, invalidar o que ela está sentindo, criticar ao invés de acolher pode fazer com que a pessoa se sinta incapaz, fracassada e consequentemente poderá ter comportamentos disfuncionais ou autodestrutivos. Como no exemplo do post, o menino conseguiu entender que precisava de ajuda, tinha a intenção de melhorar suas emoções, sua autoimagem, buscar comportamentos mais adaptativos e saudáveis, porém, quando mostrou essa intenção a outra pessoa, foi julgado, e invalidado, fazendo com que ele sentisse que realmente estava errado, assim, ao invés de comportamento funcionais teve um comportamento disfuncional que iria lhe trazer consequências e reforçar ainda mais suas crenças e sua percepção de si mesmo (se isolou, decidiu não procurar ajuda, e aceitou seu sofrimento psíquico sem buscar estratégias positivas)...

Essa situação é muito comum em pacientes com autoestima baixa relacionada ao peso, as pessoas tentam impor que "Você é assim, tem que aceitar", porém, não é preciso aceitar ser alguém que você não quer ser, você precisa buscar ser sua melhor versão, buscar sua autoestima, buscar sua felicidade, buscando alternativas e soluções saudáveis, como por exemplo: exercício físico, dieta, psicoterapia...

Você é capaz, acredite nisso, você não precisa aceitar que as pessoas impõe quem você deve ser, você precisa buscar autoconhecimento, autoestima, autoconfiança, sua felicidade, a mesma situação acontece quando dizem"Você precisa emagrecer, está engordando", se você está bem com você, não permita que as pessoas mude sua visão, sua autoimagem, o importante é se amar, se valorizar, estar feliz.



PSICÓLOGA: Heloísa Ardengue

CRP 06/180219

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