
Você já deixou de falar algo com medo de incomodar?
De pedir ajuda.
De contar o que estava sentindo.
De dizer que não queria aquilo.
De se posicionar.
Tudo isso pra não atrapalhar, pra não parecer chata, pra não “causar”.
A mulher que não quer incomodar é aquela que segura o choro pra não pesar o ambiente. Que deixa de dividir a carga com o parceiro porque “ele já tem problemas demais”. Que não manda mensagem pedindo ajuda porque “vai parecer carência”. Que aceita o que não quer, porque dizer “não” poderia gerar um mal-estar.
E o mais cruel é que, pra não incomodar os outros, ela passa a viver incomodada com ela mesma.
A mulher que não quer incomodar… se silencia. Ela aprende a se calar, a engolir o desconforto, a carregar o peso sozinha. Ela passa a se afastar de si, aos poucos, em silêncio.
E talvez ninguém note.
Talvez até digam que ela é “forte”, “madura”, “centrada”. Mas por dentro, tem um acúmulo. Uma dor não dita. Uma vontade guardada. E a sensação constante de estar sempre colocando os outros em primeiro lugar.
A psicologia escuta esse silêncio
Na clínica, vejo tantas mulheres que chegam com um sorriso no rosto… mas um nó no peito.
Mulheres que foram ensinadas a não causar, a não dar trabalho, a não ocupar espaço demais.
Que internalizaram a ideia de que precisam ser leves, tranquilas, compreensivas, mesmo quando tudo dentro delas está implodindo. E isso tem nome: sobrecarga emocional.
Viver assim cobra um preço alto. Porque quem não se escuta, adoece. Quem não se permite incomodar, se desconecta.
Incomodar não é o problema
Você não foi feita pra se anular. Você não nasceu pra agradar todo mundo. Você tem o direito de pedir ajuda. De falar sobre o que sente. De dizer quando algo te machuca. De ocupar espaço.
Incomodar, às vezes, é o que precisamos fazer para sermos verdadeiras com a gente mesma.
Porque o problema não é incomodar. O problema é se perder tentando ser sempre leve pros outros enquanto carrega um mundo dentro.
Uma pergunta pra você levar:
O que você deixou de dizer com medo de incomodar…
mas ainda te incomoda até hoje?
📍 Se quiser um espaço seguro pra começar a falar sobre isso, a psicoterapia pode ser esse lugar. Estou por aqui pra te escutar com respeito, calma e verdade.
🌿 Agende sua sessão quando se sentir pronta.
Quem sou eu?

Julia Vedovatto Orlando
CRP:

06/230791
Atendimento:
Online
Prazer, sou Julia.
Trabalho direcionada com adolescentes, adultos e idosos, nos formatos presencial, em Bauru, e on-line.
A terapia pode ser um espaço para compreender melhor a si mesmo, perceber padrões e construir novas formas de lidar com aquilo que faz parte da sua vida. Parte do nosso trabalho juntos é compreender suas necessidades e, a partir delas, construir um plano terapêutico que faça sentido para você.
Uso a ACT como base: uma abordagem comportamental, que não busca eliminar o que você sente, mas ampliar sua capacidade de lidar com isso sem que pensamentos e emoções ditem suas escolhas.
Meu trabalho é diretivo e comprometido com um processo que faça sentido na prática, porque a terapia precisa fazer sentido também fora do consultório, com foco no desenvolvimento da sua autonomia.
Valor da Sessão / Tempo de duração



