
Vivemos em um mundo de extrema cobrança, onde desacelerar se tornou quase um desafio.
A cada dia, somos inundados por informações, comparações e estímulos que nos empurram a querer ser mais, produzir mais, parecer mais.
Nas redes sociais, os “influencers” mostram uma vida aparentemente perfeita, e ser simples, de repente, parece pouco. A busca constante por padrões inalcançáveis e pela perfeição tem deixado as pessoas exaustas, ansiosas e desconectadas de si mesmas.
A tecnologia, que deveria facilitar, muitas vezes intensifica o ciclo da cobrança e da comparação. Estamos sempre online, sempre disponíveis — mas raramente presentes.
Cuidar de si, hoje, é um ato de resistência.
É escolher viver o agora, valorizar cada segundo, e compreender que o presente é o único tempo real que temos.
Planejar o futuro é importante, mas é preciso deixar que ele venha no seu tempo — sem atropelar o hoje.
Desacelerar não é perder tempo.
É recuperar a conexão com o que realmente importa



