
Como já diziam os maiorais Kant e Beck, nós nunca vemos as coisas como elas são, mas sim como nós somos! Então, não adianta muito esperarmos que as pessoas nos vejam como queremos ser vistos ou como achamos que devemos ser vistos, mesmo que culturalmente sejamos ensinados a esperar isso, já temos aí a receita pronta para a frustração.
Mas, migles, quem sabe, se garantirmos que, pelo menos dentro do que está em nossas mãos, que é a forma como nós mesmos nos vemos e nos tratamos, conseguirmos agir de forma mais acolhedora e mais gentil com nossos pensamentos, comportamentos e escolhas, a necessidade de que isso venha do externo seja bem menor?
Isso não significa que é um trabalho fácil, mas podemos tentar começar aos poucos, o que acham?
Um pequeno gesto, como falar coisas boas sobre si mesmo ou diminuir as piadas depreciativas sobre seus adjetivos, pode ser um bom começo.
Se identificou com isso ou sente que algo que leu mexeu com você de alguma forma, me dá um toque pra conversarmos mais sobre isso.
Nos vemos logo, divos.
Abraços do seu Psi.
Quem sou eu?

Laila Vitória Pizeta Bragagnolo
CRP:

06/202346
Atendimento:
Online
Você se cobra muito e sente que nunca é o bastante?
Atendo profissionais e líderes que querem saber lidar com a autocobrança e as suas emoções.
Sou Mestre em Práticas Institucionais e Saúde Mental e quero te ajudar a trilhar esse caminho, é só me chamar!
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