
Já parou para observar como você fala consigo mesma em seus dias mais difíceis?
Responda para mim, se você estivesse conversando com uma amiga que não está se sentindo bem, você diria: "Que burra você foi" ou diria "calma, você está tentando acertar"?
Quando a gente erra, precisamos nos punir para aprender? Ou precisamos que alguém nos acolha com compaixão e reconhecimento?
Hoje, proponho:
Deixe que essa voz interna que te acolhe entre e que a voz crítica, mesmo que por um instante, se retire. Trate-se como você trataria alguém que você ama de verdade.
Essa prática de autocompaixão é, na verdade, um exercício de humanização.
Porque você é humana. Você erra. E ainda assim, você pode continuar.
Você pode ser gentil com quem você é. Você também merece acolhimento e compreensão.





