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Recentemente li o livro Vita contemplativa ou sobre a inatividade, do autor Byung-Chul Han, e desde então tenho pensado sobre o papel do ócio no processo da psicoterapia.
É comum que numa rotina corrida a gente se distancie de nós mesmos. A vida começa a perder a cor e mesmo o sentido. Os dias passam no automático, e nos esquecemos daquilo que importa: nossa autenticidade, nosso bem-estar.
Desacelerar é sempre um desafio. Mas e se for nossa prioridade? Como é possível abrir espaço para o silêncio num mundo de ruídos? A psicoterapia pode ajudar com essas perguntas.
Fez sentido por aí? Entra em contato comigo e continuamos essa conversa.
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