
Chega um momento em que a gente se cansa de reagir sempre do mesmo jeito.
De fugir, de se fechar, de levantar muralhas para não doer.
Porque por mais que pareça proteção… também é prisão.
As feridas que um dia nos ensinaram a sobreviver, agora nos impedem de viver.
E perceber isso não é fraqueza — é maturidade.
É o instante em que o coração entende que já pode caminhar sem se esconder.
Não quero mais agir a partir da dor.
Quero agir a partir da consciência, da calma, do amor que aprendi a cultivar dentro de mim.
Não quero mais deixar que o medo decida, nem que o passado escreva o meu presente.
Hoje, escolho cuidar daquilo que me feriu.
Escolho me libertar do que um dia precisei para me proteger.
Porque a cura não é esquecer o que aconteceu — é não deixar mais que isso me conduza.
Vem, eu posso te ouvir!!!
Com carinho, Helen Santos :)





