
Por que parece que algumas histórias mudam os personagens, o cenário, o enredo, mas terminam do mesmo jeito?
Repetimos o que nos faz sofrer?
Oct 6, 2026
Isabella Vieira Salomao
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Você já teve a sensação de que mudou de relacionamento, de cidade, de emprego, de fase da vida… mas, de algum modo, terminou vivendo uma história parecida?
Pensou: “Dessa vez vai ser diferente.”
E, quando se deu conta, estava novamente diante da sensação conhecida e que tanto quis evitar.
Aí então vem a pergunta: “Por que continuo fazendo isso comigo?”
Talvez essa não seja a melhor pergunta.
Nem sempre repetimos aquilo que (conscientemente) queremos. Freud (sim, tenho que falar dele, o que posso fazer se o cara conseguiu, muitos e muitos anos atrás, compreender funcionamentos humanos que se comprovam até hoje?) percebeu que aquilo que não conseguimos elaborar encontra outras maneiras de retornar. E, por isso, apenas saber que algo nos faz mal nem sempre é suficiente para fazer diferente.
Isso significa que você quer sofrer? Que faz de propósito?
Claro que não.
Nosso desejo é atravessado pela nossa história, pelas relações que construímo. Formas de amar, esperar, agradar, negar ou buscar reconhecimento se tornam tão familiares que sequer percebemos o quanto participamos delas, ou como chegamos nisso.
Mas familiar não significa saudável. Não significa bom.
Talvez uma pergunta melhor seja: “O que que está se repetindo na minha história?” e “Que lugar eu ocupo nessa repetição?”
É aí que uma análise encontra espaço.
Não para impedir o sofrimento ou para responder o que você deve fazer, mas para conseguir olhar para aquilo que insiste, colocar em palavras e, aos poucos, descobrir outros caminhos possíveis que não a repetição.
Porque sair do mesmo lugar não começa simplesmente por escolher outro caminho.
Talvez comece por compreender por que, até agora, esse lugar é tão familiar.
Quem sou eu?

Janaina Aparecida dos Santos Silva Pavanelli
CRP:

06/168094
Atendimento:
Online
Sou psicóloga clínica, com especialização em atendimento de casais e famílias, e meu trabalho é orientado pelo Pensamento Sistêmico. Atendo principalmente casais, além de adolescentes e adultos
Na terapia de casal, acolho questões como conflitos, dificuldades de comunicação, distanciamento, mudanças na relação, diferenças que geram desgastes, perda de confiança e outros desafios da vida a dois. O objetivo não é buscar culpados, mas compreender a dinâmica da relação e construir, juntos, novas possibilidades
Também atuo com questões emocionais, familiares e relacionadas à sexualidade no atendimento individual. Atualmente, estou em formação em Neuropsicologia e Sexologia
Acredito na psicoterapia como um espaço de escuta, acolhimento e reflexão, respeitando a história e as necessidades de cada pessoa e de cada relação
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 80,00
/
50 minutos
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