
Você chega em casa depois de encontrar alguém. A conversa acabou há horas, mas na sua cabeça ela continua acontecendo. Você muda suas respostas, imagina o que deveria ter dito e tenta interpretar cada detalhe.
Se a conversa já terminou, por que a nossa mente continua tentando resolvê-la?
Às vezes, uma conversa dura dez minutos, mas continua na nossa cabeça pelo resto do dia.
A gente repassa o que falou, imagina outras respostas e tenta interpretar pequenos detalhes: “Será que falei demais?”, “Por que ela respondeu daquele jeito?”, “Será que ficou chateada comigo?” ou “Eu deveria ter dito aquilo...”
Em muitos momentos, não estamos apenas lembrando do que aconteceu. Estamos tentando diminuir algum desconforto que aquela situação deixou.
Imagine, por exemplo, que durante uma conversa alguém muda o tom de voz e fica mais distante. Podemos pensar: “Eu fiz alguma coisa errada.” Esse pensamento pode despertar ansiedade ou insegurança e, então, começamos a revisar mentalmente tudo o que aconteceu em busca de uma resposta.
O problema é que pensar mais nem sempre significa compreender melhor.
Existe uma diferença entre refletir e ficar preso em um ciclo de pensamentos. Quando refletimos, conseguimos chegar a algum lugar: “Tem algo que eu poderia ter feito diferente?”, “Preciso conversar com essa pessoa?”, “O que posso aprender com isso?”
Quando entramos em um ciclo de ruminação, as perguntas se repetem, mas não produzem uma resposta nova. Pelo contrário: muitas vezes aumentam a ansiedade, a culpa e a insegurança.
E existe outro detalhe importante: nem sempre teremos acesso ao que o outro pensou sobre nós. Podemos analisar cada palavra, cada expressão e cada silêncio e, ainda assim, continuar sem a certeza que estávamos procurando.
Por isso, quando perceber que está revivendo uma conversa pela décima vez, talvez valha a pena se perguntar:
“Existe alguma coisa que eu ainda preciso fazer sobre o que aconteceu ou estou tentando encontrar uma certeza que talvez eu não possa ter?”
Nem todo pensamento precisa de uma resposta. Às vezes, precisamos apenas perceber que já pensamos o suficiente sobre ele.
Quem sou eu?

Thalita Rios dos Santos
CRP:

03/34651
Atendimento:
Online
Olá! Sou Thalita Rios, psicóloga clínica, com atuação fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
Você sente que pensa demais, cobra muito de si, tem dificuldade para lidar com as próprias emoções ou enfrenta desafios nos relacionamentos? Ás vezes, compreender o que sentimos e encontrar novas formas de agir pode ser mais difícil do que parece.
A psicoterapia é um espaço de acolhimento, escuta e construção de mudanças. Meu trabalho busca ajudar você a compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, identificar padrões que causam sofrimento e desenvolver estratégias mais saudáveis para enfrentar as situações do cotidiano.
Nos atendimentos, valorizo a singularidade de cada pessoa, respeitando sua história, suas necessidades e seu ritmo. A partir da TCC, trabalhamos de maneira colaborativa, com reflexões e ferramentas práticas que favorecem o autoconhecimento e o desenvolvimento emocional.
Se você deseja compreender melhor a si mesmo, fortalecer sua autoestima, lidar com a ansiedade ou construir relacionamentos mais saudáveis, a psicoterapia pode ser um passo importante.
Você não precisa ter todas as respostas para começar. O primeiro passo é estar disposto a olhar para si com atenção e buscar novas possibilidades.
Será um prazer acompanhar você nesse processo.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 40,00
/
40 minutos
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