
A manchete do G1 não é apenas um dado estatístico é um grito. “Brasil registra recorde de feminicídios em 2025; quatro mulheres são assassinadas por dia.” Por trás de cada número existe uma história interrompida, uma mulher que talvez tenha pedido ajuda em silêncio, que viveu sob medo, ameaça, humilhação ou violência psicológica antes que a agressão se tornasse fatal. O feminicídio quase nunca começa com a morte. Ele começa com o controle, com o isolamento, com a desvalorização, com o adoecimento emocional.
Quando falamos em saúde mental, precisamos falar também das mulheres que vivem em relacionamentos abusivos, que sofrem violência doméstica e carregam traumas invisíveis. Ansiedade constante, medo de sair de casa, insônia, culpa, vergonha, sensação de impotência. Muitas adoecem antes de serem feridas fisicamente. A violência psicológica corrói a autoestima, distorce a percepção da realidade e aprisiona emocionalmente. E, muitas vezes, a sociedade ainda pergunta: “Por que ela não saiu antes?” sem compreender o impacto profundo do abuso na mente.
O apoio psicológico não é luxo, é proteção. É ferramenta de fortalecimento, de reconstrução da identidade, de resgate da autonomia. Quando uma mulher encontra escuta, acolhimento e orientação profissional, ela começa a enxergar saídas onde antes só havia medo. A terapia pode ajudar a identificar sinais de abuso, fortalecer a rede de apoio e romper ciclos de violência que atravessam gerações. Cuidar da saúde mental é também uma forma de prevenção.
Esses números nos convocam como sociedade. Não basta lamentar. É preciso investir em políticas públicas eficazes, ampliar o acesso a atendimento psicológico, fortalecer redes de proteção e, principalmente, transformar a cultura que ainda normaliza o controle e a agressão. Cada vida importa. Cada mulher merece viver com segurança, dignidade e liberdade.
Que essa manchete não seja apenas mais uma notícia compartilhada mas um chamado coletivo à responsabilidade, ao cuidado e à ação. Porque proteger a saúde mental das mulheres é também salvar vidas.
Quem sou eu?

Larissa Sardi Fagiolo Montanher
CRP:

08/25068
Atendimento:
Online
Olá! Me chamo Larissa, sou psicóloga clínica, graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) desde 2017. Minha atuação é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, promovendo o autoconhecimento e o desenvolvimento de estratégias para lidar com os desafios da vida.
Realizo atendimentos psicológicos a crianças e adultos, nas modalidades presencial e on-line, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e cuidado, respeitando a individualidade e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que cada pessoa carrega consigo uma história única, com sentimentos, experiências e desafios que merecem ser acolhidos com carinho e respeito. Por isso, meu objetivo é oferecer um espaço seguro, leve e livre de julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para falar sobre o que sente e vivencia.
Na psicoterapia, caminhamos juntos em um processo de autoconhecimento, compreensão das emoções e desenvolvimento de recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia. Cada etapa é conduzida com escuta sensível, empatia e respeito ao tempo e à individualidade de cada pessoa.
Você não precisa ter todas as respostas para começar. A terapia pode ser um espaço para se conhecer melhor, fortalecer-se emocionalmente e construir novas possibilidades para sua vida.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 40,00
/
40 minutos
Latest posts by this Therapist



