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Existe uma diferença entre ser gentil e viver com medo de rejeição.
Na prática clínica, a agradabilidade excessiva muitas vezes funciona como estratégia de proteção:
“Se eu errar, posso perder vínculo.”
Essa regra interna nem sempre é consciente, mas orienta decisões, regula emoções e sustenta padrões de autoanulação.
O custo aparece em forma de ansiedade relacional, autocrítica elevada e dificuldade de se posicionar.
Na perspectiva da Terapia Cognitivo-Comportamental, isso costuma estar ligado a crenças centrais de desvalor e estratégias compensatórias de agradar.
Ser saudável emocionalmente não é agradar sempre. É suportar o risco de desagradar sem sentir que isso ameaça sua existência.
Quando você erra… o que você teme perder?
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