
Que terapia é coisa para maluco dizem já faz tempo.
Nasceu numa época em que psicologia era associada a transtornos graves, a internações, a quem estava completamente fora de si. Terapia era o último recurso, não uma escolha, uma sentença. Algo que acontecia com as pessoas, não algo que as pessoas escolhiam.
E esse estigma ficou. Transformado em piada, em desculpa, em motivo para adiar. Em "eu não preciso disso" dito por quem talvez precise mais do que imagina.
A ironia que poucos percebem
Mas tem uma ironia nessa frase que vale nomear.
Porque terapia de fato exige coragem. Não a coragem de quem está no limite, não a de quem não tem outra saída. mas a de quem decide, conscientemente, parar de fugir de si mesmo.
De sentar com o que dói em vez de distrair. De olhar para padrões que existem há anos em vez de continuar os repetindo no automático. De fazer perguntas que não têm resposta fácil e ficar com a desconforto de não ter a resposta imediata, mas de continuar perguntando mesmo assim.
Isso não é coisa de quem está fora de si. É coisa de quem está disposto a entrar.
O que terapia realmente é
Terapia não é para quem está quebrado. É para quem quer se conhecer de verdade. Para quem cansou de repetir os mesmos ciclos sem entender de onde eles vêm. Para quem percebeu que sobreviver não é o mesmo que viver e quer mais do que isso.
É um espaço onde você para. Onde o que foi guardado finalmente tem onde pousar. Onde as perguntas que você desvia no dia a dia encontram tempo e atenção. Onde você não precisa ser forte, não precisa ter as respostas, não precisa estar bem para começar.
Você só precisa aparecer.
Então sim. Precisa ser um pouco doido.
Doido o suficiente para acreditar que você merece se entender, num mundo que raramente para para te perguntar como você está de verdade.
Doido o suficiente para investir em si mesmo quando tudo ao redor te pede para investir em tudo menos nisso. Na produtividade, na aparência, nas conquistas visíveis. Em tudo que pode ser mostrado, menos no que só você sabe que está carregando.
Essa dose de loucura não é fraqueza. É, talvez, um dos gestos mais corajosos que alguém pode ter consigo mesmo.
Se você tem essa dose, e se sente que está na hora de dar o passo, me encontre aqui abaixo. Vamos conversar.
Thainá
Quem sou eu?

Leonardo Gaspar Pimentel
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05/88004
Atendimento:
Online
Terapia baseada em evidências, conduzida com empatia
Sou Leonardo Gaspar Pimentel, psicólogo clínico especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental. Minha atuação une o rigor de uma abordagem cientificamente reconhecida a uma escuta atenta e sem julgamentos. Se você considera começar a terapia, este é um espaço construído para receber você.
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