
Tem pessoas que ficam doentes e descansam.... Outras ficam doentes e se culpam o tempo inteiro por precisar parar.
Mesmo gripada, a mente continua acelerada. Pensando no que ficou pendente. No que deveria estar fazendo. No quanto está “atrasada”. No medo de decepcionar alguém ou parecer irresponsável.
O corpo pede pausa, mas existe uma sensação constante de que descansar é exagero, preguiça ou fraqueza.
E muitas vezes isso não começa na vida adulta.
Muitas mulheres cresceram acreditando que precisavam ser fortes o tempo inteiro. Aprenderam a suportar desconfortos, ignorar limites e continuar funcionando mesmo cansadas emocionalmente. Foram elogiadas por serem responsáveis, maduras e “guerreiras”, mas raramente aprenderam que também poderiam ser cuidadas.
Então, quando o corpo finalmente obriga uma parada, a culpa aparece junto.
Como se existir sem produzir fosse perigoso. Como se desacelerar colocasse em risco o próprio valor.
Mas o corpo não adoece para te punir.
Às vezes, ele só está tentando fazer você ouvir limites que foram ignorados por tempo demais.
Descansar não deveria ser algo que precisa ser merecido. Você não precisa chegar ao extremo do esgotamento para se autorizar a parar um pouco, se cuidar e reconhecer que também merece acolhimento, não apenas cobrança.
Se até nos momentos de cansaço ou doença você sente culpa por desacelerar, talvez exista uma história emocional por trás dessa necessidade constante de continuar funcionando.
E olhar para isso pode transformar não apenas a forma como você descansa, mas também a forma como você vive.
Me envie uma mensagem via whatsapp para entender como eu posso te ajudar <3
Quem sou eu?

Maitê Marya Luchesi Bosco
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06/217937
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Muito prazer! Sou a Maitê, psicóloga pela USP Ribeirão Preto, especialista em Saúde Mental pelo HCFMRP e mestranda em Ciências também pela USP. Atendo adultos e adolescentes de qualquer parte do mundo, em português ou inglês. Minhas especialidades são saúde mental e transtornos psiquiátricos e também saúde da mulher (casamento, sexualidade, maternidade).
Atuo sob o olhar da psicanálise e acredito na terapia como um espaço para poder se conhecer e viver uma vida mais livre e autêntica. Meu papel é ser sua companheira de viagem, caminhando com você para onde quer que seja necessário e te ajudando a criar ferramentas para lidar com a vida de maneira mais saudável.
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