
🧠✨ Faça tudo pelo próximo, menos a parte dele.br>br>Você já tentou carregar o outro? Ajudar, escutar, resolver, lembrar do que ele esqueceu, enviar o link da terapia? E ainda sair com a sensação de que “não foi suficiente”?br>br>E quando isso vira rotina, pode sinalizar um padrão de codependência emocional (Beattie, 1987) ou até de autoabandono mascarado de altruísmo.br>br>Como psicólogos a gente fala muito sobre limites saudáveis: aquela linha invisível entre o que é meu e o que é do outro. Entre empatia e esgotamento. Entre apoiar e salvar. Carl Rogers, lá atrás, já dizia: “a mudança só acontece quando a pessoa se sente profundamente aceita”. Mas veja bem: aceitar não é assumir o papel dela.br>br>💡 O outro precisa caminhar com as próprias pernas. E a parte dele, aquela que envolve mudança, compromisso, responsabilidade emocional, não cabe a você.br>br>Você pode ajudar, acolher, estar presente. Mas não pode fazer por ele o que só ele pode fazer por si. Se fizer isso, corre o risco de se perder tentando encontrar o outro.br>br>🛑 Relacionamentos saudáveis têm troca. São como dança: às vezes a gente guia, às vezes é guiado, mas nunca dança sozinho.br>br>Se você vive fazendo a parte do outro, talvez esteja na hora de fazer a sua parte por você.br>br>🌱 Terapia é um bom começo.





