
Quantas vezes você já sofreu por algo que, no fundo, talvez nem tenha acontecido da forma como você imaginou?
A maior parte das nossas dores emocionais não começa no fato em si. Começa na interpretação que fazemos dele.
O Modelo Cognitivo da Terapia Cognitivo-Comportamental, desenvolvido por Aaron Beck, parte de uma ideia simples: não é o que acontece que define como nos sentimos, mas a forma como interpretamos o que acontece.
Entre o fato e a emoção existe um pensamento. E, na maioria das vezes, ele surge rápido, automático e cheio de certezas.
Imagine uma situação comum: você envia uma mensagem importante. A pessoa visualiza e não responde. O fato é apenas esse. Mas dificilmente você fica só no fato. A mente começa a completar a história: “está me ignorando”, “fiz algo errado”, “não sou importante”.
Esses pensamentos geram ansiedade, tristeza ou raiva. O corpo reage. O comportamento muda. Você cobra, se afasta ou inicia um conflito. O que era apenas um silêncio passa a ter um peso enorme.
O modelo cognitivo mostra que não reagimos diretamente aos acontecimentos, mas ao significado que damos a eles. Se a interpretação fosse outra — “talvez esteja ocupada” — a emoção provavelmente seria diferente, e a reação também.
Grande parte do sofrimento não nasce da realidade em si, mas das histórias que criamos sobre ela. Aprender a perceber isso é dar o primeiro passo para responder à vida com mais consciência e menos impulsividade.
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Jonathas da Silva Rodrigues
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Estou aqui por um motivo: te ajudar a encontrar o controle da sua vida emocional.
Se dentro de você existe um turbilhão, se seus sentimentos parecem um campo de batalha, você não está sozinho. Aqui, você encontra um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos. Um espaço só seu, para respirar, desabafar, reconstruir.
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