
A luta antimanicomial nos lembra que pessoas em sofrimento psíquico não devem ser isoladas, apagadas ou privadas de sua liberdade em nome do “cuidado”. Durante muitos anos, manicômios foram espaços de violência, abandono e silenciamento, onde milhares de pessoas perderam seus direitos, suas histórias e até suas identidades.
Falar sobre a luta antimanicomial é defender uma saúde mental mais humana, ética e acolhedora. É compreender que cuidado também é escuta, vínculo, acesso à cultura, à autonomia, ao afeto e à possibilidade de existir em sociedade com dignidade.
Nenhum diagnóstico deve definir completamente uma pessoa. Por trás de cada sofrimento existe uma história, um contexto, medos, dores e subjetividades que precisam ser olhadas com respeito.
Que a gente continue construindo espaços onde o cuidado não aconteça através da exclusão, mas sim através do acolhimento e da presença.
Porque liberdade também é tratamento. 🕊️





