
Mundo digital: Liberdade ou prisão?
Se locomover, ir ao banheiro, fazer uma refeição, ouvir músicas, podcasts, notícias, se ver, se arrumar, pedir uma comida, acessar uma...
4 feb 2025
Mariane Pereira
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Se locomover, ir ao banheiro, fazer uma refeição, ouvir músicas, podcasts, notícias, se ver, se arrumar, pedir uma comida, acessar uma rede, abrir um e-mail, gerenciar sua conta no banco, ficar imerso... são tantas aproximações e afastamentos que o uso da tecnologia, especialmente o celular, podem te proporcionar.
Pensando de uma forma um pouco mais profunda, a tecnologia serve para a independência do mundo, mas nos faz ficar tão dependente a ela, que acaba limitando e estreitando as relações.
É o encontro de amigos que precisa ser postado e comentado em tempo real com outras pessoas que não estejam ali, mas o que não se nota é que, o calor humano, o contato físico, está cada vez mais longe e superficial, está se tornando cada vez mais distante o olhar, a troca e o afeto.
A inteligência artificial que acaba pensando tudo pela gente, não se tem mais o trabalho de imaginar, criar e praticar.
O que nos levou a sermos escravos dessa tecnologia? É o áudio/vídeo acelerado, são as pessoas que terminam relacionamentos por celular, é o meme que tira a atenção, o foco das atividades e lá se vão horas perdidas...
O que nos faz querer essa fuga para o mundo virtual, será que é uma forma de escape? Olhar para o mundo idealizado das redes sociais e não se ver? Quando demandamos muita energia para o outro, acaba não sobrando para a gente, o que deixa de ser um investimento em si mesmo e passa a ser uma corrida a uma linha de chegada que talvez nem exista. Então, surgem as comparações, as exibições, a baixa autoestima, o sentimento de não pertencimento, a angústia, a tristeza, etc.
Diante disso, talvez caiba a autoanálise do seu uso pessoal da era digital, qual a sua condição enquanto pessoa que utiliza a tecnologia? Seria de libertação ou prisão? É uma rede que te abre possibilidades ou te limita?
É importante lembrar sempre que, a grama do vizinho é sempre mais verde e o que as pessoas postam, é um pequeno recorte daquilo que é viver. No entanto, a vida real acontece offline e além de bonita, é tantas outras coisas que nem cabem aqui.
#mundodigital #psicanálise #vicioemredesocial #mudança

Quem sou eu?

Beatriz de Souza
CRP:

06/205069
Atendimento:
Online
Às vezes o que sentimos toma conta da nossa vida sem nem percebermos, mas não precisa ser assim.
Prazer, sou Beatriz, psicóloga especialista em Clínica Fenomenológico-Existencial pelo IFEN-RJ. Acompanho adultos, jovens adultos e adolescentes que vivenciam exaustão mental, crises de ansiedade, burnout , esgotamento acadêmico, oscilações importantes de humor como bipolaridade, dificuldades em relacionamentos, autoestima abalada, busca de reconstrução de sentido e formas de lidar com a sensação de insegurança, solidão, ansiedade e tristeza profunda.
Na terapia, busco compreender não apenas o que está acontecendo com você, mas como você está vivendo essa experiência. O processo é um espaço para olhar para sua história, seus sentimentos, escolhas, relações e limites, construindo novas possibilidades de lidar com aquilo que hoje parece difícil de sustentar.
Se você sente que é o momento de desacelerar o ruído externo e olhar com carinho para o seu mundo interior, entre em contato, estarei aqui para caminhar ao seu lado.
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 60,00
/
50 minutos
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